terça-feira, 27 de novembro de 2012

1 Vela por 1 Brinquedo

Nasceu uma nova campanha de solidariedade da responsabilidade da turma de Educação e Formação de Adultos (B3), da EB 2/3 de Briteiros.
"1 Vela por 1 Brinquedo", pretende e passamos a citar, "...,colocar mais sorrisos, ouvir mais gargalhadas de alegria de crianças que pretendemos ajudar a terem um Natal mais feliz.
Propomos que entregues na tua Junta de freguesia, ou em qualquer estabelecimento de ensino da área do nosso agrupamento, um brinquedo que possa ser novamente utilizado por crianças que dificilmente a eles terão acesso.
Em troca deste donativo, oferecemos uma vela que será acesa no dia 19 de Dezembro, pelas 19.30h (EB 2/3 de Briteiros), durante a entrega de todas as prendas à Comissão Social Castreja (que se encarregará de as distribuir por crianças das diferentes freguesias)."

Nada mais para dizer a não ser parabéns à turma EFA ( B3) e  força pela solidariedade e em prol da comunidade.

domingo, 25 de novembro de 2012

25 de Novembro de 1975... 37 anos após

O fim de um sonho para alguns ( essencialmente os defensores da criação de um sistema politico basista de democracia direta e de cunho popular); o retornar aos ideais mais puros do MFA e da Revolução dos Cravos ( a construção de uma democracia pluralista, ocidental e multipartidária).
O que foi o 25 de Novembro de 1975? Ainda hoje subsistem várias dúvidas que nos levam a citar Maria Inácia Rezola ao afirmar que " houve vários 25 de Novembro...".

Para saberes mais sobre uma das páginas mais marcantes do período revolucionário em curso (PREC), analisa as obras "25 de Abril - Mitos de uma Revolução" de Maria Inácia Rezola, "Capitão de Abril, Capitão de Novembro", do Coronel Sousa e Castro, "Otelo, o Revolucionário", de Paulo Moura e "Vasco Lourenço - do interior da Revolução", de Maria Manuela Cruzeiro.

sábado, 24 de novembro de 2012

Aconselhamos... Operação Outono



Estreou dia 22 de Novembro, o novo filme do realizador Bruno Nogueira.
O " Operação Outono",  é um thriller político sobre o assassínio do General Humberto Delgado pela PIDE, em Fevereiro de 1965, e sobre o polémico julgamento dos elementos da brigada no Tribunal de Santa Clara, após a Revolução de Abril de 1974. Baseado no livro "Humberto Delgado, Biografia do General Sem Medo" de Frederico Delgado Rosa, neto do General, "Operação Outono" é, segundo os críticos, um filme que enfrenta um dos momentos mais marcantes da nossa História, com surpreendentes revelações sobre o assassínio de um homem que se tornou um dos ícones da luta pela Liberdade contra a ditadura de Salazar.

Para saberes mais, segue o "link" ( imagem).

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Aconselhamos... Faz Ciência



Se aconselhamos a "fazer leituras", hoje dizemos "Faz Ciência".
Desta feita, um novo blogue da autoria do professor Victor Martins (docente da  EB 2/3 de Briteiros), onde podes encontrar de tudo para fazeres ciência.

Podes aceder a este novo blogue através do "link" inserido na imagem, ou na coluna de Favoritos.

Os nossos parabéns ao professor Victor Martins.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O NE25A no Reflexo



Damos nota da noticia inserida no "Reflexo Digital" relativa ao 1º concurso de curtas "Liberdade é...", organizada pelo NE25A.
Agradecemos aos responsáveis do " Reflexo Digital", a cobertura e promoção que continuam a dar ás nossas atividades.

Para veres a noticia, segue o "link" (imagem).

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Aconselhamos... faz leituras

O " Aconselhamos" de hoje diz respeito a um novo blogue. Da responsabilidade da professora Belmira Fernanda (EB 2/3 de Briteiros), o "Faz Leituras" é um espaço dedicado à língua portuguesa nas suas mais diversas e ricas variantes. Podes aceder a este blogue através do "link" colocado na imagem, ou através da barra "Favoritos".
Os nossos parabéns à professora Belmira Fernanda.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Porque não te importas?... Dia Internacional da Tolerância

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Dia Internacional para a Tolerância foi criado pela ONU para os dias 16 de Novembro de cada ano, como forma de reconhecimento da Declaração de Paris, assinada no dia 12 desse mês, em 1995, tendo sido assinada por 185 Estados

Nela os estados participantes reafirmaram a "fé nos Direitos Humanos fundamentais" e ainda na dignidade e valor da pessoa humana, além de poupar sucessivas gerações das guerras por questões culturais, para tanto devendo ser incentivada a prática da tolerância a convivência pacífica entre os povos .
"...Foi então evocado o dia 16 de Novembro, quando da assinatura da constituição da UNESCO em 1945. Remetia, ainda, à Declaração Universal dos Direitos Humanos que afirma:
  1. Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência e religião (Artigo 18);
  2. Todos têm direito à liberdade de opinião e expressão (Artigo 19)
  3. A educação deve promover a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações, grupos raciais e religiosos (Artigo 26)."
Revê o filme produzido pelo NE25A " Porque não te importas?"

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Lembrar Stª Cruz...

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21 anos após o massacre de Stª Cruz (Díli - Timor Leste), a recordação com os Trovante.

Para saberes mais, consulta a noticia que publicamos a 13 de Novembro de 2011

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

39 anos após... Aveiras de Cima

Passam hoje, no anonimato, 39 anos sobre uma das reuniões mais importantes preparatórias da Revolução dos Cravos, realizadas pelo MFA.
Com efeito, no dia 12 de Novembro de 1973, reuniu a Comissão Coordenadora do MFA em Aveiras de Cima. Esta reunião surge no seguimento de uma anterior ( realizada a 10 de novembro ) e em que se agudizam os conflitos no seio da Comissão sobre a evolução do papel do MFA: de um lado, Mariz Femandes e Sanches Osório, defendendo uma ação mais virada para a resolução dos problemas profissionais na mais estrita legalidade; do outro lado, Vasco Lourenço e Diniz de Almeida, defendendo o avanço qualitativo do Movimento, sem exclusão de qualquer hipótese ( incluindo a ação armada). Tal facto leva à demissão da Comissão Coordenadora, a qual se passa a considerar em funções apenas até à eleição, pela Comissão Consultiva, de uma nova Comissão Coordenadora. 

Para saberes mais, consulta os sites da Associação 25 de Abril e o Centro de Documentação 25 de Abril ( UC) - ambos os "links" estão na coluna de favoritos

domingo, 11 de novembro de 2012

Opinião... A propósito de uma visita!

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Com o devido realce aos autores Marcelo Rebelo de Sousa e Rodrigo Moita de Deus,

"Na Europa os muros de Berlim acabaram em 1989".

sábado, 10 de novembro de 2012



Após a experiência bem sucedida do concurso de fotografia "Liberdade é...", lançado em 2011/12, o NE25A lança um novo desafio com o: 
1º Festival de Curtas " Liberdade é...".
Com as mesmas bases da 1.ª edição, propomos agora a criação de pequenos vídeos (2 minutos), a serem realizados por alunos/professores/membros da comunidade, individualmente/grupo/turma, onde se abordem diferentes perspetivas sobre Liberdade.
O concurso inicia-se em Novembro de 2012, sendo a apresentação dos trabalhos feita em Abril de 2013 durante as comemorações dos " Dias da Revolução 2013".
Esperamos que, mais uma vez, o "Liberdade é..." seja uma excelente mostra de cidadania e do dinamismo de todos.
Para acederes ao regulamento, ficha de inscrição e cartaz do concurso, segue o "link" ( imagem).

Bons vídeos! 


terça-feira, 6 de novembro de 2012

"Primavera Traída"... a Opinião de...

Reativamos a partir de hoje, uma rubrica que tem andado um pouco desaparecida. Trata-se do "Opinião", espaço de divulgação de textos que mostrem a liberdade nas suas diferentes matizes. Este  espaço é da responsabilidade dos autores de cada texto, estando o NE25A aberto à publicação de textos que nos queiram enviar (obedecendo às regras de uma cidadania responsável e democrática).

O texto "inaugural" pertence a Zeferino Lopes, professor de Filosofia da Escola Secundária de Penafiel, ao qual desde já agradecemos a colaboração.


"Primavera traída.

No dia 25 de Abril de 1974, tinha 20 anos e frequentava o 2º ano de Filosofia na Faculdade de Letras do Porto. Fui normalmente para as aulas de bicicleta, mas notei algo de estranho quando cheguei ao velho palacete do Campo Alegre onde funcionava o curso de Filosofia: as portas estavam fechadas e uma colega brasileira, que também chegara de bicicleta, disse-me que havia uma revolta militar em Lisboa e um pouco por todo o país. Fiquei contentíssimo, pois a coisa que mais ansiava era a queda da ditadura bolorenta e pidesca que teimosamente mantinha uma guerra colonial obscena e uma forte repressão social num país, atrasado, medieval, “orgulhosamente só”, de costas voltadas para a Europa… e até para Espanha!
Nos Liceus, que actualmente correspondem às escolas secundárias, havia discriminação de sexos: liceus femininos, o “Carolina” ou o “Rainha”, e masculinos, o “D. Manuel”, agora Escola Secundária Rodrigues de Freitas, ou o “Alexandre”. As meninas não podiam vestir calças e todos eram obrigados a frequentar as aulas de Religião e Moral Católica e a cantar os Heróis do Mar nas aulas de Canto Coral. Eram proibidas as associações de estudantes nos liceus e os ajuntamentos nas ruas. Não havia mais nenhum liceu perto de Penafiel. Nesta cidade existia apenas a Escola Comercial e Industrial, nada mais. Por isso, tive que estudar no D. Manuel onde fiz, depois, estágio de professor de Filosofia. Tive sorte: pertencia a uma minoria de jovens do país que na época estudava e, dentro desta minoria, pertencia à mais reduzida minoria (apenas 0,5% dos jovens da província camponesa prosseguiam estudos!)
O dia 25 foi uma grande festa: apesar do Movimento das Forças Armadas pedir aos cidadãos que se mantivessem em suas casas para não atrapalhar as operações, ninguém quis resistir à tentação de viver os acontecimentos históricos da Libertação do país da mais longa ditadura da Europa ocidental, após a 1ª Guerra Mundial.
Depressa, dentro de mim, a euforia deu lugar à desconfiança:
1º- Spínola, que tinha comandado as forças portuguesas na guerra da Guiné, foi indigitado como Presidente da Junta de Salvação Nacional, uma espécie de governo militar transitório até às primeiras eleições livres e constituintes e formação do 1º Governo Provisório (Civil);
2º- Muitas pessoas que conhecia e que apoiavam o regime deposto, depressa “viraram a casaca” e se mostraram grandes “democratas”, apressaram-se a enfileirar nos partidos mais conhecidos, no PS, no MDP/CDE e até no PCP e, depois da sua formação, no PPD (agora PSD). A sensação que tive e ainda mantenho é que os partidos políticos constituíam o lugar onde existiam mais oportunistas por metro quadrado.  
3º - Gente sem formação de base, sem conhecimento científico ou cultural reconhecido, mas que, à custa do oportunismo e da retórica vazia de ideias (mas cheia de palavras ocas como “liberdade”, “democracia”, “justiça”, “progresso social” que empolgavam as multidões de analfabetos e embrutecidos pela cortina de fumo que constituiu a longa ditadura), depressa subiu os escalões do poder – primeiro dentro dos partidos e, depois, até dentro da hierarquia do Estado, ocupando muitos os lugares de responsabilidade como autarcas, deputados, etc. Daí resultou todo um conjunto de asneiras que, agora, pagamos caro: a destruição, em nome do “progresso”, do património cultural em muitas cidades históricas de que Penafiel é também um mau exemplo (perdemos para sempre um Mercado do séc. XVII em granito e ferro forjado tendo sido implantado, no seu lugar e no centro da cidade, um prédio que a descaracterizou profundamente).
4º - Pouco a pouco essa gente arregimentou-se, como camaleões, nos partidos do poder que alternavam entre si, mas que ocupou, depois dos aparelhos partidários, o aparelho de Estado e legislou, seguindo à letra, o velho adágio popular do mais puro Chico-espertismo: “Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é burro ou não tem arte”. E, assim, fizeram: ele era reformas ao fim de 8 e, depois, 12 anos ao “serviço do povo”; ele era acumulação de reformas sem trabalhar no outro lado, ele era “subsídios de reintegração” seguidos de novos “tachos”; ele era carro do Estado com motorista de farda e boné; ele era “almoços de confraternização”, “viagens e representações”, etc. Arruinaram as Finanças Públicas e deixaram o Povo quase a pedir esmola… não fossem os subsídios da UE de que o povo pouco se aproveitou. Mostravam-se e mostram-se muito zangados na altura das eleições para capitalizar o descontentamento popular e vencer o opositor – o irmão gémeo – mas, quando se tratava de legislar em proveito próprio, a coisa era sempre por grande maioria com os votos do PS e PSD juntos!
Agora há que “reformar o Estado”, “reformar a função pública”, “combater o défice”, mas parece que ninguém foi responsável pela situação a que se chegou! Não! O poder tem sempre razão! Mas os grandes responsáveis mantêm-se no poder, alternando com os votos ingénuos ou, por vezes, quase imbecis de quem ainda não percebeu a marosca. E, para se manterem no poder, precisam de que o Estado possa sustentá-los. Por isso têm que arranjar algum bode expiatório. Para esta função nada melhor que um grupo fraco, dividido, sem força: nada mais nada menos que os funcionários públicos que, pelo que dizem, ganham fortunas e são uns malandros! Depois os professores, outros malandros que aturam os filhos de gente pobre porque os filhos de gente “fina”, da alta-roda da política, não devem estar misturados com os filhos da ralé e, por isso, estudam nos mais caros colégios privados do Porto e Lisboa e até do estrangeiro. Mas estão tão preocupados com a qualidade da escola pública que querem ocupar os professores mais na burocracia e menos na função de ensinar de forma individual e personalizada!  
Estes tiranetes, filhos patéticos do salazarismo, aprenderam bem a lição: a condição para se manterem no poder passa pelo embrutecimento do povo que, alegremente e em todas as eleições, lhes deposita o voto e, assim, os sustenta. Até quando?
Peço desculpa por “obrigar” a pensar, mas essa é (e sempre foi), tal como o moscardo grego Sócrates, a função do cidadão que filosofa."

Zeferino Lopes (Prof. de Filosofia da Escola Secundária de Penafiel, 25 de Abril de 2008, alterado em 9 de Março de 2009)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A propósito do Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama

Não podíamos deixar passar o dia. 
Assim, é com muito gosto que publicamos um texto da autoria da professora Beatriz Costa (Coordenadora de Educação para a saúde do AVE Briteiros), à qual agradecemos a colaboração.

Para saberes mais, segue o "link" (imagem)

Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama
30 de outubro
"Em Portugal o cancro da mama é o cancro feminino com maior incidência e com maior taxa de mortalidade. Anualmente surgem cerca de 4500 novos casos e morrem 1500 mulheres todos os anos, dados referidos pela Associação Laço que tem como missão promover um impacto significativo na prevenção, diagnóstico e tratamento do cancro da mama no nosso país (em http://www.laco.pt).
Em Portugal são várias as iniciativas, as campanhas e os projetos desenvolvidos com o objetivo de prevenir e diagnosticar atempadamente o cancro da mama, já que 90% dos casos são curáveis, se forem detetados e tratados corretamente.
A escola tem um papel fundamental na prevenção do cancro, designadamente do cancro da mama devido à sua elevada incidência. A Educação para a Saúde abrange áreas essenciais na prevenção do cancro da mama:
§  Alimentação/Atividade Física - promove hábitos alimentares saudáveis e cria atitudes positivas face aos alimentos e à alimentação. Segundo vários estudos, o tipo de alimentação está, de alguma forma, relacionado com o risco de cancro da mama. 
§  Educação Sexual - aumenta conhecimentos e desenvolve competências, atitudes e comportamentos adequados face à sexualidade, designadamente na dimensão biológica, nos conteúdos relativos ao corpo. Segundo alguns autores, o autoexame da mama é uma técnica de prevenção do cancro e todas as mulheres devem realizar a palpação mamária a partir dos 20 anos.
Educar para a Saúde é promover hábitos de vida saudáveis. Portanto, a escola promove conhecimentos, desenvolve competências e cria atitudes primordiais na prevenção do cancro da mama.
A Educação para a Saúde abrange toda a comunidade educativa através de projetos, de programas e da transversalidade curricular. Constitui, assim, um importante contributo para a formação pessoal e social, ganhando cada vez mais relevância na sociedade e na época em que vivemos."
                                                                                                         Beatriz Costa
                                                                            (Coordenadora de Educação para a Saúde do AVE Briteiros)