2 de maio de 1925 - 7 de julho de 2015
terça-feira, 7 de julho de 2015
domingo, 5 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
A não perder... Feira do Livro em Braga
O 40.º aniversário do "Verão
Quente de 75" dá o mote à edição 2015 da Feira do Livro de Braga, que
decorrerá de 3 a 19 de julho, com 50 expositores de 172 editoras e chancelas, tendo por palco a Avenida Central. Marcarão presença neste evento, 14
autores de obras alusivas ao "Verão Quente", desde memórias a estudos
académicos, testemunhos e biografias.
Adelino Gomes, Otelo Saraiva de
Carvalho, Maria do Rosário Carneiro e Célia Pedroso são alguns dos convidados.
Na vertente da animação, os
destaques vão para concertos de Luís Represas, Rita Redshoes e dos "Aqui",
que cantarão temas de abril.
Para mais informações, segue o
"link" (imagem).
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Aconselhamos
domingo, 28 de junho de 2015
Cidadanias 2015 - Portugal: a Europa e o Mundo
Pelo 4.º ano consecutivo o NE25A, em parceria com o CFFH, organiza o seminário "Cidadanias". Este ano, a 19 de setembro, na Escola Secundária das Taipas, a partir das 09.00h, com as presenças previstas de António Magalhães, António Sampaio da Nóvoa e Manuel Carvalho da Silva, iremos dialogar sobre "Portugal, a Europa e o Mundo".
A moderação estará a cargo de Francisca Abreu e este espaço de diálogo, está aberto à participação de todos os que gostem de discutir, dialogar e analisar o nosso Portugal.
As inscrições podem ser feitas através do blogue do NE25A (na coluna de novidades descarrega a ficha de inscrição e envia para o e-mail do NE25A), ou na página do CFFH ( http://www.cffh.pt/?m=coloquios_seminarios_workshops).
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Informação
quarta-feira, 24 de junho de 2015
887 anos depois.... a Primeira Tarde Portuguesa - S. Mamede
(Batalha de S- Mamede - pintura de Acácio Lino)
Num dia mais falado pelos feriados municipais de S. João, recordamos aquele que é considerado por muitos, como o acto inicial da nacionalidade portuguesa e que hoje é comemorado no concelho de Guimarães.
José Mattoso considera que a batalha de São Mamede foi o
acto fundador da nacionalidade. Esta batalha teve lugar em 24 de Junho de 1128 e resulta do
choque de dois contendores que se opunham há muito anos, muito antes de D.
Afonso Henriques assumir a chefia desta facção. A tensão entre por um lado a
fidalguia do Ribadouro (região entre o Rio Douro e o Rio Minho) cabeça do
Condado Portucalense e com forte pendor autonomista, e por outro o partido de
D. Teresa, que após a sua união com Fernão Peres de Trava (da principal família
galega) mudou a sua posição autonomista para uma mais integracionista no Reino
de Leão.
O conflito surgiu em 1120/1121 com a substituição dos
fidalgos do Ribaduro nos postos chave do
condado, por Galegos ligados à família Trava. Com o infante a ser educado para
governar, é normal que esta fidalguia tenha visto em D. Afonso Henriques o
estandarte para a luta armada, cujo prólogo teve lugar em 1127 com o cerco de
Guimarães, e que teve o seu momento culminante
em 1128 com a Batalha de São Mamede no lugar de São Redanhas,
actualmente Creixomil, onde as forças de Afonso Henriques saíram vitoriosas.
Muitos consideram que este momento é o início da consciência
pátria que daria lugar à constituição do reino de Portugal.
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Homenagem
domingo, 21 de junho de 2015
Entrega de prémios "Liberdade é... 2015"... a 19 de setembro
Informamos todos os interessados que a entrega dos prémios do concurso "Liberdade é... 2015", efectuar-se-à no dia 19 de Setembro, em horário e local a anunciar oportunamente.
Brevemente mais informações.
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Informação
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Prémio Camões para... Hélia Correia
A escritora portuguesa Hélia Correia é a vencedora do Prémio
Camões de 2015.
Hélia Correia nasceu em Lisboa em 1949. Licenciada em
Filologia Românica, foi professora do ensino secundário, dedicando-se
atualmente à tradução e à escrita. É poetisa, dramaturga e ficcionista.
Estreou-se na poesia com O Separar das Águas, em 1981, e O Número dos Vivos, em
1982.
Hélia Correia recebeu o prémio PEN em 2001 e 2013.
Neste regresso à poesia, a escritora prestou homenagem “à
sua Grécia” e aos problemas económicos e sociais que está a enfrentar desde o
início da crise financeira.
A Casa Eterna (Prémio Máxima de Literatura, 2000), Bastardia
(Prémio Máxima de Literatura, 2006) e Adoecer (Prémio da Fundação Inês de
Castro, 2010) são alguns títulos da sua bibliografia. No ano passado,
venceu a 23.ª edição do Grande Prémio de
Conto Camilo Castelo Branco com a obra Vinte Degraus e Outros Contos.
A vencedora foi escolhida por unanimidade pelo júri, que
reuniu esta quarta-feira no Rio de Janeiro.
Instituído por Portugal e pelo Brasil em 1989, o Prémio
Camões é um dos principais prémios de literatura em língua portuguesa. É
atribuído o valor de 100 mil euros a um autor “cuja obra contribua para a
projeção e reconhecimento da literatura de língua portuguesa em todo o mundo”.
Hélia Correia junta o seu nome aos de Miguel Torga, Vergílio
Ferreira, José Saramago, António Lobo Antunes e Sophia de Mello Breyner
Andresen, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, Alberto da Costa e Silva, Pepetela e Mia
Couto
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Homenagem
Roteiros da Liberdade... com o AE Afonso Henriques
Alunos do AE Afonso Henriques, sob orientação da professora Ema Nunes, produziram um conjunto de textos relativos à Liberdade intitulados "Roteiros da Liberdade".
São estes textos que hoje publicamos, agradecendo aos alunos e professores envolvidos a partilha.
"Para a democracia
funcionar é preciso esclarecimento, porque obedecer é muito fácil, mas decidir
é muito difícil. Para a mim, Liberdade é conjugar os direitos de todas as
pessoas da forma mais justa.
Vanessa Seixas |
8.º D
A Liberdade
Para mim, a liberdade é respeitar
opiniões diferentes da nossa, é saber aceitar que ninguém é igual a ninguém e
todos pensamos de formas distintas. Durante o Estado Novo, Liberdade era uma palavra que não existia. Antes do 25 de Abril de
1974, em Portugal, havia a ditadura e as pessoas não podiam dizer o que
pensavam, nem se podiam manifestar perante o que sentiam em relação à política…
Existiam instituições, como a PIDE, que proibiam e penalizavam as pessoas que
não tinham as mesmas opiniões que o Governo.
Hoje em dia, também há exemplos de falta
de liberdade e, às vezes, deparámo-‑nos com casos de violência doméstica,
“bullyng” e outro tipo de coisas, que vemos na televisão e que nos deixam a
pensar a que ponto é que algumas pessoas chegam para invadir assim a liberdade
do outro! Liberdade também significa paz, paz consigo próprio e com os outros.
Julgo que esses casos de violência têm que ser denunciados e as pessoas que os
praticam, como as que sofrem disso, têm que ser ajudados a perceber o que é
liberdade e executá-la. E não nos devemos esquecer nunca de que “A minha liberdade
acaba quando começa a do outro.”
Francisca Silva
| 8.º D
LIBERDADE é um dos melhores prazeres da
vida, por isso, valorizo as homenagens e festejos do dia 25 de abril. Imagino o
sofrimento, desespero e tristeza das pessoas que não eram livres, mas
amordaçadas pela censura e injustamente presas por exprimirem as suas opiniões
e ideologias.
A querida Prof.ª Armanda Gomes,
especializada na área de História e que integra o Núcleo de Estudos 25 de
Abril, levou-nos, numa visita guiada à Biblioteca, a esse Tempo, através do
projeto “Roteiros de Liberdade”. Mostrou-nos cartazes e notícias, daquele
período de sofrimento, “cortadas” com o lápis azul.
Gostaria de ter presenciado esse mítico
DIA, e estou atenta a reportagens e filmes sobre o que aconteceu em Abril de
1974, em que a alegria era a Palavra primordial. Ouço “Grândola, Vila Morena” –
a canção-senha: transmite-me garra, paixão, espírito crítico, dedicação,
orgulho e, sobretudo, a ideia do que é ser livre. Admiro os que foram corajosos
e enfrentaram a terrível Ditadura.
Sou muito feliz, e isso também se deve
muito àquele DIA. Hoje, os portugueses estão contentes e sentem-se como
“pássaros” em liberdade.
Francisca
Baptista | 8.º D
Liberdade
Para mim, LIBERDADE é uma forma de
viver. Existem vários tipos de liberdade: de expressão, religiosa, de escolha,
etc. Mas a única que nunca foi censurada nem roubada foi a liberdade de
pensamento. Essa é a que ninguém nos pode tirar, porque é dela que nós somos
feitos e de qual se formam as outras liberdades.
Em Portugal, as pessoas nem sempre foram
livres, nem sempre puderam dizer o que pensavam, nem sempre se puderam
expressar de forma diferente à dos governantes.
Vi uma exposição sobre a liberdade, em
Portugal, e sobre o 25 de Abril que se chamava “Roteiros da liberdade” e
cheguei à conclusão de que o caminho da liberdade é um caminho de luta.
Para acabar com o regime ditatorial, no
dia 25 de abril de 1974, foi preciso um grande período de mais de quarenta anos
de luta, de resistência e de força. Durante aquele tempo, muita gente foi presa
por contrariar ou não pensar da mesma forma que o Governo.
Felizmente,
houve um dia em que as pessoas se revoltaram para ter um futuro melhor. Hoje, temos de nos lembrar que liberdade
exige responsabilidade, respeito e tolerância.
João
Belmiro Martins | 8. º D
O
que é, para mim, a Liberdade
Existem vários tipos de liberdade: de
expressão, de pensamento, de sentimentos, para falar, agir, andar… É preciso
liberdade para, praticamente, tudo. Antes
do dia 25 de Abril de 1974, em Portugal, todos eram controlados pelo ditador
Salazar. Não podiam falar “mal” sobre ele, senão seriam logo castigados. Os
portugueses, fartos de estarem “presos”, revoltaram-se nessa data memorável,
onde algumas pessoas morreram, mas não em vão, porque conseguimos o tesouro da
Liberdade.
Devíamos debater mais sobre a Liberdade
de sentimentos, porque as mulheres que gostam de mulheres e os homens que
gostam de homens não podem demonstrar os seus sentimentos, devido ao medo de
serem julgados, de não serem considerados “normais”, de serem excluídos.
Imagine-se o que seria viver a vida inteira a ser julgado pela pessoa que é.
Existe a Liberdade de pensamento, mas,
por vezes, parece que todos têm que pensar a mesma coisa, o que é mau, porque
cada pessoa é única. Se todas pensarem a mesma coisa, o que é que fará delas
únicas?! Penso
que com a quantidade de guerras e batalhas que já houve para defender a
Liberdade, em todo o mundo, é notório o facto de ainda pouco se ter mudado. As
pessoas têm tanto medo de ser quem são, que o esforço que dedicaram na palavra
“Liberdade”, parece que foi em vão…
Fabiana Dias | 8.º D
“Com ABRIL aprendemos a sorrir”
Com
ABRIL um sorriso nasceu,
Nos
rostos da amargura,
Na
voz que não se ouvia,
No
silêncio que se estabelecia,
E
que os cravos quebraram,
Num
tão grande dia.
Dia
em que o Povo disse
Ditadura,
NÃO! Venha a DEMOCRACIA!
E
um sorriso se ergueu nos rostos,
Como
se fosse magia.
ABRIL
é muito mais que liberdade,
Abril
é felicidade,
Abril
fez-nos emergir da escuridão
No
dia 25, que jamais passará em vão.
Diogo Sá | 7. º B
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Materiais; Alunos
domingo, 14 de junho de 2015
Uma homenagem a Nelson Mandela
Homenagear Nelson Mandela, através da leitura e análise do livro de António Mateus, Mandela: O rebelde exemplar", foi o propósito do Daniel Rodrigues Macedo, da turma C, do 8º ano, da EB 2/3 de Briteiros.
Segundo o Daniel Macedo e passamos a citar "...o livro, como todos sabem, é baseado numa história verídica bem
especial, apelativa e exemplar. Mandela deixou-nos um modelo de vida, talvez
perfeito, para aprendermos a encarar a nossa. Ainda há milhões de pessoas que vivem
na pobreza, sem direitos, muitas vezes só com obrigações. Por muito que
enfrentemos as agruras da vida, ninguém imagina a dor e o sofrimento em ter de
se contentar com quase nada. Além disso, a fome, a guerra e o racismo são alguns
dos pontos débeis da sociedade atual. Pena é que, apesar dos diversos apelos
que se fazem e de chegarem ao nosso conhecimento tantos exemplos destas
questões, se continuem a ignorar e a não pensar que estes problemas abalam
verdadeiramente as pessoas. Daqui eu mencionar, desde já, a minha admiração por
um homem que encarou e lutou com força de vontade a defesa dos direitos humanos.
Posso mesmo salientar que houve vários paradigmas da vida deste líder que me
marcaram mais: a riqueza funciona como um íman e a pobreza como um repelente.
Além disso, a pobreza faz-nos descobrir a verdadeira generosidade pois
ensina-nos a respeitar e a atravessar o futuro com outra perspetiva.
Quantas vezes procuramos resolver os problemas e atingir os objetivos
com mentiras e sem qualquer esforço, sendo a solução aparentemente imediata e
mais fácil?
Apesar de ser muito jovem, penso que, ao guiarmos a nossa existência por
este caminho, tudo fica sem sentido e a vida pode revelar-se uma armadilha a
longo prazo.
Se
formos pela seriedade e tivermos espírito de sacrifício e determinação, a
direção que traçamos pode tornar-se penosa e demorada na produção de “frutos”,
mas assim são os degraus mais sólidos de um caminho com objetivos exigentes.
Este foi o padrão da vida de Mandela – a persistência e a coragem de enfrentar
e, sobretudo, não se deixar silenciar por aqueles que dominavam."
Ao Daniel Rodrigues Macedo e à professora Ana Cristina Pereira, o NE25A agradece o envio do trabalho.
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sexta-feira, 12 de junho de 2015
30 anos após... adesão de Portugal à CEE
Celebram-se hoje os 30 anos da assinatura do Tratado que admitiu Portugal, como membro de pleno direito na Comunidade Económica Europeia (CEE).
Este tratado, assinado a 12 de junho de 1985, no MOsteiro dos Jerónimos e verificou-se numa
conjuntura de grandes mudanças estruturais dentro da própria organização
europeia facto que várias vezes conduziu a um atraso das negociações da adesão.
De facto, o pedido de adesão havia sido formalmente aceite a 28 de março de
1977, tendo apenas sido aprovado a 29 de março de 1985, depois de muita pressão
do governo do Bloco Central. O tempo de apreciação foi de oito anos e um dia,
período durante o qual a CEE se foi certificando da credibilidade e solidez do
novo sistema político, concedendo ao mesmo tempo algumas ajudas monetárias ao
abrigo dos acordos anteriores.
As questões postas durante o tempo das negociações
centraram-se na agricultura, nas pescas e na indústria portuguesa, bem como na
necessidade de Portugal não se tornar num contribuinte líquido do orçamento
comunitário, numa primeira fase.
O texto assinado impunha uma fase transitória de
acordo com as liberdades a serem instituídas no espaço europeu - pessoas, bens
e capitais. Assim, a liberdade de trabalhadores só entrou em vigor a partir de
1993, enquanto a liberdade de estabelecimento teve efeito imediato, o que
apenas era vantajoso para os países ricos. Quanto à circulação de bens, o
limite estabelecido foi também janeiro de 1993, de forma que Portugal tivesse
tempo de suprimir os direitos aduaneiros para passar a reger-se pela Pauta
Exterior Comum. No que concerne à liberdade de circulação de capitais, Portugal
mostrou-se mais conservador, tentando proteger as empresas nacionais do domínio
europeu, beneficiando para tal de algumas anulações. O mesmo tipo de política
protecionista foi aplicado a setores-chave como os têxteis e a agricultura,
onde a evolução foi feita lentamente de forma a permitir uma remodelação (ou
reconversão) do sistema agrícola. Relativamente aos tributos, Portugal não
conseguiu deixar de vir a tornar-se num contribuinte líquido, apesar de ter
conseguido a devolução parcial do IVA até 1991. Por outro lado, Portugal
beneficiou de um sistema de ajudas monetárias que visa apoiar o desenvolvimento
do país e a sua real integração no conjunto europeu.
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Informação
quarta-feira, 10 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Livre com um Livro 2015... o filme!
A partir de hoje podes ver a actuação de alunos dos Agrupamentos de escolas de Briteiros, Taipas, Arqueólogo Mário Cardoso, Afonso Henriques, Francisco de Holanda, Virgínia Moura e Escola secundária das Taipas, no passado dia 19 de Abril, na "Black Box" da Plataforma das Artes (Guimarães).
Para este espectáculo de leitura encenadas, o NE25A contou também com a encenação do "Teatro do Ferro" e o apoio do serviço educativo do CCVF.
Para veres o filme, segue o "link" (imagem), ou acede ao canal do NE25A no "Youtube".
O NE25A agradece à professora Manuela Paredes a cedência das filmagens.
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Actividades
terça-feira, 2 de junho de 2015
Liberdade é... 2015 - Os Premiados
Procedemos hoje à publicação de todos os trabalhos premiados (8).
Brevemente informaremos sobre o dia, hora e local, onde iremos proceder à entrega dos prémios aos respectivos autores.
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Materiais; Alunos
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Comemoramos o 1 de junho com... "Os meninos da Jamba"
O que há de melhor do que comemorar este dia com um livro.
Esta é a proposta de Nuno
Daniel Gonçalves Almeida, aluno do 8.º C, da EB 2/3 de Briteiros, que nos propõe a leitura do livro " Os meninos da Jamba", de Conceição Queiroz.
Segundo o Nuno Almeida e passamos a citar "Embora o livro
que vos venho apresentar tenha sido lançado em 2008, a realidade aqui abordada,
não está ultrapassada. Por este motivo, as palavras que fazem parte do mesmo,
não surgem como um mistério ou como uma narrativa que foi criada com o brilho e
o enigma que a maior parte dos livros contém.
Este é um livro
que nos fala da fome, um problema vivido por milhares de pessoas naquela que
foi uma das regiões mais castigadas pela guerra civil, a Jamba Mineira, uma
região do sul de Angola.
O livro retrata
histórias de esperança e “nasceu” de uma jornalista. Durante essa reportagem,
Conceição Queiroz, a jornalista e autora, viveu os dramas dos habitantes da
referida região: a falta de recursos, as doenças de que padeciam e as más
condições de vida às quais a jornalista não conseguiu ser indiferente.
De regresso a
Portugal, Conceição Queiroz conseguiu reunir bens alimentares, medicamentos e
uma ambulância para enviar para a Jamba Mineira.
Com este livro
aprendi que devemos valorizar o que os nossos pais fazem por nós e tudo o que
nos oferecem. Lembro aquilo a que estamos habituados e que faz parte do nosso
dia a dia, como é o exemplo das refeições que fazemos e que parecem confluir
como sendo tão natural que não pensamos em mais nada. Na verdade, ainda há
muitas crianças e jovens que, se tivessem oportunidade, tudo fariam por um
prato de sopa ou por um pão, algo que acalentasse o estômago durante algumas
horas.
Todos apreciamos
dormir na nossa cama com cobertores quentinhos, naqueles dias em que faz mais
frio. Os meninos da Jamba, nesses dias, dormem uns em cima dos outros, cobertos
por tecidos velhos e mantas rasgadas.
Todos gostamos
de ter brinquedos novos, jogar com a bola nova que os nossos pais nos
ofereceram ou jogar computador. Estes meninos jogam com uma bola feita de
trapos, inventam jogos com papéis, cartões ou tecidos que encontram no chão.
Esta é a sua
triste realidade…
“Mamã, tenho
fome!” Esta continua a ser, ainda hoje, uma das frases mais escutadas na Jamba
Mineira.
Agora sei que
aquilo mais me impressionou, quando li este livro, foi a falta de comida e de
condições médicas.
Hoje percebo
que, quando digo, “mãe, tenho fome”, sei que não é fome.
Sinto-me triste
com a realidade destes meninos, todavia tenho esperança de que um dia algo vai
mudar para melhor, porque todos temos o direito de sermos felizes e viver
outras histórias, aquelas que dispensam palavras."
Ao Nuno Almeida e à professora Ana Cristina Pereira, o NE25A agradece o envio do trabalho.
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Materiais; Alunos
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Resultados do concurso... Liberdade é 2015
O NE25A agradece e homenageia o trabalho dos membros do júri e agradece também aos mais de 400 alunos e professores, que criaram mais de 300 trabalhos evocativos do sentido de Liberdade.
Brevemente anunciaremos o dia e local onde procederemos, com o responsáveis da Taipas Termal, à entrega dos prémios aos nomeados, não esquecendo que todos VENCERAM!
Obrigado!
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Actividades
Foi há 89 anos... a ditadura militar
A Revolução de
28 de Maio de 1926,ou Golpe de 28 de Maio de 1926 ou Movimento
do 28 de Maio,foi conhecido pelos construtores do Estado Novo como a Revolução
Nacional.
O Golpe de 28 de Maio de 1926 foi um pronunciamento militar
de índole ditatorial, ferozmente nacionalista e anti-parlamentar, iniciado
em Braga e comandada pelo general Gomes da Costa, tendo a adesão imediata de cidades como Porto, Lisboa, Évora, Coimbra e Santarém.
Com o triunfo do movimento, a 6 de Junho de 1926, na Avenida da Liberdade, em Lisboa,Gomes da Costa desfila
à frente de 15 mil homens, sendo aclamado pelo povo da capital. Era o fim da
experiência democrática parlamentar da Primeira República.
Com o golpe surge a
chamada Ditadura Nacional (Militar), que posteriormente e após a
aprovação da Constituição de 1933, se transforma em Ditadura do tipo fascista
(Estado Novo).
O regime ditatorial
vigorou em Portugal durante 48 anos até ao 25 de Abril de 1974 (Revolução dos Cravos).
Assim, hoje, dia 28 de Maio de
2015, recordemos o 89º aniversário do inicio de um período que marcou as
páginas de Portugal, com cores que não devemos esquecer para não as semear de
novo.
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Informação
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Festa do Ambiente... Guimarães
O programa de educação ambiental “Pegadas”, é apresentado hoje, pelas 9h30, na sala de conferências do Pavilhão Multiusos de Guimarães. O
principal objetivo passa pela educação e sensibilização da comunidade educativa
para a defesa do ambiente e para as políticas de desenvolvimento eco-sustentável
A sessão de apresentação pública do programa “Pegadas”, faz parte
do alinhamento da Festa do Ambiente, que também se realiza esta segunda-feira e
que se destina a estudantes do 4º ano de todas as EB1 do concelho de Guimarães,
num total de 1500 crianças. A iniciativa inclui ainda a apresentação do
espetáculo “Planeta Limpo”, da autoria do músico Filipe Pinto.
O Município de Guimarães irá oferecer a todos os alunos
participantes um livro pedagógico, que inclui um jogo temático. Antes disso,
pelas 10:30 horas, a Festa do Ambiente será preenchida pela apresentação de
três projetos de eco-escolas respeitantes ao território vimaranense.
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A Comunidade
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Leituras em dia com ... "A Década dos Psicopatas"
Editado pela "Tinta da China", aconselhamos hoje a leitura e análise da obra " A Década dos Psicopatas", de Daniel Oliveira.
A obra é uma colectânea de textos que o autor
escreveu para o semanário “Expresso” nos últimos dez anos.
Segundo o autor “O país teve azar, eu tive
sorte. É um retrato de dez anos em que o país mudou muito, aconteceram muitas
coisas, sobretudo na parte inicial do livro, que tem a ver com a crise”,
afirmou.
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Leituras em Dia
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Dia da Familia 2015
A lembrar, dinamizar, reconhecer... o núcleo de qualquer sociedade
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Campanhas
quarta-feira, 13 de maio de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
9 de maio... dia de uma ideia - Europa
"Quando, em 9 de maio de 1950, propôs à República Federal da
Alemanha e aos outros países europeus que quisessem associar-se a criação de
uma comunidade de interesses pacíficos, Robert Schuman realizou um acto
histórico. Ao estender a mão aos adversários da véspera, não só apagava os
rancores da guerra e o peso do passado como desencadeava um processo totalmente
novo na ordem das relações internacionais, ao propor a velhas nações, pelo
exercício conjunto das suas próprias soberanias, a recuperação da influência
que cada uma delas se revelava impotente para exercer sozinha. Esta proposta de
Robert Schuman, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o
começo da criação do que é hoje a União Europeia. Na Cimeira de Milão de 1985,
os Chefes de Estado e de Governo decidiram celebrar o dia 9 de maio como
"Dia da Europa".
A Europa que, desde essa data, se constrói dia a dia
representou o grande desígnio do século XX e uma nova esperança para o século
que se inicia. A sua dinâmica nasce do projecto visionário e generoso dos pais
fundadores saídos da guerra e animados pelo desejo de criar entre os povos
europeus as condições de uma paz duradoura. Esta dinâmica renova-se sem cessar,
alimentada pelos desafios que se colocam aos nossos países num universo em
rápida e profunda mutação. Este imenso desejo de democracia e de liberdade fez
cair o muro de Berlim, devolveu o controlo do seu destino aos povos da Europa
Central e Oriental e hoje, com a perspectiva de próximos alargamentos que
consagrem a unidade do continente, confere uma nova dimensão ao ideal da
construção europeia."
Para saberes mais sobre a União Europeia, segue o "link" (imagem)
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quinta-feira, 7 de maio de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Rendição Nazi... primeira assinatura a 7 de maio de 1945
Para a história, o 8 de maio de 1945 é a data oficial da
capitulação da Alemanha nazista ao final da Segunda Guerra Mundial, mas o
primeiro ato aconteceu, na verdade, um dia antes, 7 de maio, em Reims (França), enquanto
que o definitivo foi concluído na noite de 8 para 9 de maio em Berlim.
O primeiro documento de rendição foi assinado pelo general
Alfred Jodl, chefe do Estado-Maior da Wehrmacht, em 7 de maio de 1945, no
quartel-general americano de Reims (leste da França).
Do lado dos vencedores, a ata foi rubricada pelo general
Walter Bodell-Smith, chefe do Estado-Maior do general Dwight Eisenhower,
comandante supremo dos Aliados, e o general soviético Ivan Susloparov.
O general francês François Sevez, chefe do Estado-Maior do
general Charles de Gaulle, foi convidado para assiná-lo na qualidade de simples
testemunha.
Tratava-se de uma ata puramente militar de rendição (Act of
Military Surrender), que exigia das tropas alemãs o fim dos combates em 8 de
maio, às 23h01 (hora da Europa Central) e que obedecessem às ordens impostas.
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sábado, 2 de maio de 2015
"Liberdade é... 2015"...no dia do Trabalhador
Alguns exemplares dos mais de 300 trabalhos em exposição desde ontem, no espaço do Hotel das termas. O envolvimento de mais de 400 alunos de vários agrupamentos, criou o... "Liberdade é...2015."
Inaugurada ontem, a exposição com mais de 300 trabalhos de alunos dos AE de Briteiros, Lixa, Arqueólogo Mário Cardoso, Virgínia Moura, Vila Nova de Cerveira, Afonso Henriques, Francisco de Holanda, Santos Simões e Infias e pode ser visitada até 7 de maio.
Recordamos que uma percentagem da venda destes trabalhos será doada a uma IPSS
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