segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Novo Link... Biblioteca Escolar da Esc. Sec. Francisco de Holanda
quinta-feira, 21 de março de 2013
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
120 anos Após... 31 de Janeiro de 1891!

A revolta do 31 de Janeiro de 1891 no Porto, comporta em si duas grandes bases: o descontentamento contra as cedências do Governo (e da Coroa) ao ultimato britânico de 1890 por causa do Mapa Cor-de-Rosa, e o exemplo da recente proclamação da República no Brasil
As figuras cimeiras da "Revolta do Porto" foram o capitão António Amaral Leitão, o alferes Rodolfo Malheiro, o tenente Coelho, além dos civis, o dr. Alves da Veiga, o actor Verdial e Santos Cardoso, além de vultos eminentes da cultura como João Chagas, Aurélio da Paz dos Reis, Sampaio Bruno, Basílio Teles, entre outros.
O desfecho não foi de todo favorável, aos republicanos. A revolta foi abafada e alguns dos implicados conseguiram fugir para o estrangeiro: Alves da Veiga, o jornalista Sampaio Bruno e o Advogado António Claro, assim como o Alferes Augusto Malheiro.
A reacção oficial foi implacável, tendo os revoltosos sido julgados por Conselhos de Guerra, a bordo de navios, ao largo de Leixões: o paquete Moçambique, o transporte Índia e a corveta Bartolomeu Dias . Para além de civis, foram julgados 505 militares. Seriam condenados a penas entre 18 meses e 15 anos de degredo em África cerca de duzentas e cinquenta pessoas. Em 1893 alguns seriam libertados em virtude da amnistia decretada para os então criminosos políticos da classe civil.
Em memória desta revolta, logo que a República foi implantada em Portugal, a então designada Rua de Santo António (Porto) foi rebaptizada para Rua de 31 de Janeiro, passando a data a ser celebrada dado que se tratava da primeira de três revoltas de cariz republicano efectuadas contra a monarquia constitucional (as outras seriam o Golpe do Elevador da Biblioteca, e o 5 de Outubro de 1910).
Como forma de apoiarmos os estudos destas matérias e, mais uma vez, com a prestimosa colaboração dos Professores Isilda Mata e Fernando Carvalhais ( a quem agradecemos mais esta colaboração), deixamos 2 aplicações ( uma para o 6º ano e outra para o 9º ano).
Para as descarregar, siga a hiperligação ( imagems da proclamação no Porto a 31 de Janeiro).
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Centenário... EB1 de Fafião e JI de Briteiros Stº Estevão



Durante a semana de 22 de Setembro a 4 de Outubro, também os alunos, crianças e docentes da EB1 de Fafião e do JI de Briteiros Stº Estevão, comemoraram o Centenário da Instauração da República. Várias foram as actividades desenvolvidas: exploração de apresentações em ppw, construção de bandeiras através da reutilização de materiais, elaboração de uma faixa comemorativa, entoação do Hino Nacional, comemoração dos 100 anos da Republica com o
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Centenário... Ultima Hora!


terça-feira, 5 de outubro de 2010
Centenário... Ultima Hora


a proclamação da República em Portugal.
" Às 9.00 horas Eusébio Leão, Inocêncio Camacho, José Relvas e outros dirigentes republicanos, entraram na Câmara Municipal de Lisboa, assomaram à varanda e dali proclamaram a República com discursos inflamados.
A multidão que enchia a Praça do Municipio aplaudiu e festejou a vitória Republicana. De seguida foram proclamados os membros do Governo Provisório:
Brevemente mais informações
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Centenário... Ultima Hora!



domingo, 3 de outubro de 2010
Centenário... Ultima Hora!

Miguel Bombarda foi um republicano convicto e acérrimo anticlerical. Tornou-se membro do Partido Republicano Português em 1909, tendo sido eleito deputado em Agosto de 1910. Membro do comité revolucionário que implantou a República em Portugal, em 5 de Outubro de 1910, e considerado o seu chefe civil. Não chegou, contudo, a assistir à vitória da Revolução do 5 de Outubro por ter sido assassinado por um doente mental do Hospital de Rilhafoles em 3 de Outubro de 1910, poucas horas antes do início da revolta. Teve um funeral conjunto ao de Cândido dos Reis, no dia 6 de Outubro.
Segue-se o testemunho de Raul Brandão:
“Mataram o Dr. Bombarda. Espalha-se na cidade que foram os padres que instigaram um tenente a assassiná-lo. É falso, mas há correrias no Rossio e o “Portugal” foi apedrejado. Toda a gente acredita num crime planeado, toda a gente se insurge contra o facto brutal – toda a cidade republicana se transforma num vulcão. No Rossio juntam-se grupos de gente taciturna e desesperada: - Mataram-no! Mataram-no! – ouve-se. À uma hora da noite o Machado dos Santos à frente dum bando de populares atira-se ao portão de Infantaria 16.”
Fonte: Portal do Centenário
sábado, 2 de outubro de 2010
Centenário... Última Hora!
Faz hoje, dia 2 de Outubro de 2010, 100 anos sobre a realização de uma reunião de emergência na sede do Partido Republicano Português. Nesta reunião, o almirante Cândido dos Reis, chefe militar da Revolução, marca o inicío das operações para a noite de 3 de Outubro.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Centenário da Republica - Aconselhamos
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Centenário da Republica
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Centenário da Republica
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Centenário da Republica

domingo, 19 de setembro de 2010
Centenário da Republica

sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Centenário da República





