segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Um sorriso por um brinquedo
Alguns dos brinquedos entregues à Cooperativa "Castreja", que irão trazer mais sorrisos a mais crianças.
A todos os envolvidos... um obrigado da organização da campanha "Um sorriso por um brinquedo"
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Campanhas
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Falecimento de Vítor Crespo
1932 - 2014
Para saberes mais sobre Vítor Crespo e o papel deste militar no MFA e na Revolução dos Cravos, segue o "link" (imagem)
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Homenagem
Aconselhamos... Ciclo de seminários "Memórias e Desafios"
A Escola Secundária Francisco de Holanda e o Centro de Formação Francisco de Holanda pretendem assinalar condignamente os 130
anos da escola secundária Francisco de Holanda ao serviço da educação, da
democracia e do desenvolvimento com um ciclo de conferências (curso de
formação) que decorrerá de 12 de janeiro a 13 de maio de 2015.
Nestas conferências,
de 12 de Janeiro a 13 de Maio, os participantes poderão ouvir
dissertar sobre as várias temáticas ligadas à educação/escola, oradores como António Cunha (UM), Joaquim Azevedo, Santana Castilho, Mário Nogueira
e David Justino, entre outros.
A participação na totalidade deste ciclo de conferências (no caso de docentes), equivale a um curso de formação acreditada pelo CCPFC (18
horas, 0,7 UC).
Para inscrever-se no curso ou em conferências particulares,
aceda à página do CFFH (coluna de favoritos).
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Aconselhamos
sábado, 13 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Natal em Barco
Numa iniciativa do Grupo Cultural e Recreativo de Barco, realiza-se nesse freguesia,a Festa de Natal, durante este fim de semana.
O programa inicia-se no dia 13 - sábado, às 21 horas, com a primeira
parte de um espectáculo de variedades, que inclui a actuação do grupo de dança "Night Blue".
No dia 14 -domingo-, logo pela manhã, decorrerá o desfile da fanfarra da colectividade,
às 10.30 horas, seguindo-se a missa dominical.
Durante a tarde, retoma-se o espectáculo de variedades, com a visita do Pai
Natal e a distribuição de presentes.
A iniciativa do Grupo Cultural e Recreativo de Barco, conta com o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude
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A Comunidade
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Centenário da 1.ª Guerra... material de trabalho
Procedemos hoje à publicação de um novo trabalho relativo ao centenário da Grande Guerra.
Realizado pelas alunas Jessica Piairo, Andreia Ribeiro, Cátia Fernandes, Eduarda Mendes e Inês Lopes, do 11.º M (História A), da ESCT, sob a coordenação da professora Graça Castro (membro do NE25A), apresentamos o trabalho " Ex- Combatentes".
Este trabalho pode ser descarregado através do "link", na imagem.
O NE25A apresenta as mais calorosas felicitações a todos os envolvidos neste trabalho.
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Materiais; Alunos
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
1.ª Guerra Mundial... material de trabalho
Procedemos hoje à publicação de um novo trabalho relativo ao centenário da Grande Guerra.
Realizado pelas alunas Filipa Gonçalves, Gabriela Vides, Márcia Gomes e Mariana Castro, do 11.º M (História A), da ESCT, sob a coordenação da professora Graça Castro (membro do NE25A), apresentamos o video " 1.ª Guerra Mundial".
Este trabalho pode ser descarregado através do "link", na imagem.
O NE25A apresenta as mais calorosas felicitações a todos os envolvidos neste trabalho.
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Materiais; Alunos
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Dia Mundial da Deficiência... um trabalho para ver e rever!
Que melhor forma de celebrar o 3 de Dezembro, Dia Mundial da Deficiência, senão com um trabalho realizado por alunos?
Na EB 2/3 de Briteiros, sob coordenação da professora de educação especial Isabel Antão, os alunos com CEI, realizaram um "ppt", onde pretendem:
- Reforçar o princípio fundamental da escola inclusiva de que todas as
crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de
quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter;
- Intensificar que a Educação inclusiva é o modo mais eficaz para a
construção de solidariedade entre crianças com necessidades educacionais
especiais e os seus colegas;
- Transmitir que a inclusão e participação são essenciais à dignidade
humana.
Este trabalho pode ser descarregado clicando na imagem.
À professora Isabel Antão e à Adriana, Cláudio, Luís e Patrícia, o NE25A endereça os mais sinceros parabéns!
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Materiais; Alunos
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Aconselhamos... A Biblioteca do Rei Afonso Henriques
Um novo blogue para consultar, conhecer e utilizar.
Trata-se do novo blogue da biblioteca da E.B 2/3 Afonso Henriques (Guimarães), intitulado "A Biblioteca do Rei Afonso Henriques"
Podes aceder clicando na imagem ou indo à coluna de favoritos.
Boas leituras!
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Aconselhamos
3 X 1 de Dezembro... 1640... 1973... 2014
Celebram-se hoje os 374 anos sobre a Restauração da
Independência de Portugal. A 1 de Dezembro de 1640 e após alguns anos,
particularmente a partir de 1630, de contestação e revoltas relativamente ao domínio
Filipino, um grupo de nobres portugueses, apoiantes de D. João ( Duque de
Bragança), irrompeu no Paço Real ( Lisboa) e expulsou a Duquesa de Mântua (
vice rei de Portugal em nome de Filipe III - IV de Espanha).
Neste dia procede-se à aclamação de D. João como Rei de
Portugal ( D. João IV), dando inicio à Dinastia de Bragança ( deposta em 5 de
Outubro de 1910).
Talvez o 1.º de Dezembro menos conhecido e publicitado em Portugal (mas que o NE25A não esquece), por oposição aos dois de que falamos neste espaço.
Há 41 anos atrás ( 1973), reuniram-se na vila de Óbidos cerca de 180 oficiais das Forças Armadas em representação de 420 camaradas. Nesta reunião o MFA consolidou-se de uma forma decisiva, tendo sido eleita a primeira comissão organizadora do " Movimento dos Capitães " ( Vasco Lourenço, Marques Júnior, Hugo dos Santos, Otelo Saraiva de Carvalho, Sousa e Castro, Salgueiro Maia, Manuel Monge, Miquelina Simões, Neves Rosa, Mourato Grilo, Pinto Soares, Luís Macedo, Manuel Geraldes, José Maria Azevedo e Torres, Fialho da Rosa, e Pinto Castro).
Numa edição da Câmara Municipal de Óbidos e da Associação de Defesa do Património do Concelho de Óbidos, da coleção " Essencial - Descobrir Óbidos", aconselhamos a análise do " Apontamentos da Reunião de Óbidos", lançado em 2003.
1º de Dezembro de luta. Neste dia comemora-se o "Dia
Mundial da Luta contra a Sida". Pretende-se, neste dia, sensibilizar e atualizar
a atenção das comunidades humanas para este problema. Propomos que acedas ao
link da Liga Portuguesa conta a Sida ( imagem), para que te mantenhas desperto
e atento a um dos maiores problemas das sociedades contemporâneas.
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Informação
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Colóquio " 1.º Centenário da Grande Guerra"
Numa iniciativa conjunta do NE25A e CFFH, realizou-se ontem o colóquio "1.º Centenário da Grande Guerra".
Neste colóquio, que contou com a participação de José Cordeiro (UM), Artur Leite (Fafe) e Gil Santos (ESCT), com a moderação de Alberto Lameiras (AEFH), foram apresentados os principais traços identificativos do fenómeno da 1.ª Guerra Mundial, a cargo de José Manuel Cordeiro (com especial ênfase para as consequências para Portugal da sua participação na Guerra), bem como a participação de soldados vimaranenses e fafenses em alguns dos principais episódios da mesma ( alocução a cargo de Artur Leite). O colóquio terminou com a apresentação das principais ideias presentes no livro "De Chaves a Copenhaga - a saga de um combatente", da responsabilidade de Gil Santos.
A todos os intervenientes o NE25A endereça os mais sinceros parabéns, pela participação neste colóquio.
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Actividades
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Evocação do 25 de Novembro de 1975
Segundo alguns tratou-se da confirmação dos verdadeiros ideais da
Revolução de Abril; para outros, o fim da Revolução e do Poder Popular. Ainda
hoje não há certezas sobre o que foi, como foi e quem teve a prioridade nas
operações do 25 de
Novembro (ver para tal alguns dos livros que já aconselhamos
em particular os dos coronéis Vasco Lourenço, Otelo Saraiva de Carvalho e Sousa Castro).
Faz hoje 39 anos que nove oficiais do Movimento das Forças Armadas (MFA), criaram um
documento a exigir a criação de uma Democracia pluralista ( por oposição a uma
corrente favorável à criação da chamada Democracia Popular). Este documento que
ficou conhecido por "Documento
dos Nove" (subscrito por Vasco Lourenço, Melo Antunes, Vítor Crespo, Vítor Alves, Franco Charais, Pezarat Correia, Canto e Castro, Costa Neves e Sousa e
Castro), teve o apoio de alguns dos principais partidos políticos da altura (
PS,PSD,CDS) e a oposição de forças de esquerda particularmente ligadas a Vasco
Gonçalves e a Otelo Saraiva de Carvalho. O ambiente de tensão que se viveu em
Portugal durante todo o Verão de 1975 ( Verão Quente), propiciou as condições para que
militares radicais ocupassem bases de para-quedistas, levando à resposta das
forças militares controladas pelo Grupo dos Nove.
Nesta fase de
resposta militar avultam os nomes de Costa Gomes ( Presidente da República que emite a declaração de
estado de sitio para a região de Lisboa), Vasco Lourenço ( enquanto elemento de ligação da Coordenadora do MFA
a Costa Gomes - ), Jaime Neves ( Comandante do Regimento de Comandos da Amadora) e o Tenente Coronel Ramalho Eanes ( coordenador das forças do Grupo
dos 9 e futuro Presidente da República). Também aqui, Salgueiro Maia saiu com os seus blindados da EPC de Santarém para Lisboa apoiando as posições do Grupo dos Nove.
Segundo muitos é nesta data que termina o PREC ( Processo Revolucionário em Curso).
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Informação
domingo, 23 de novembro de 2014
Leituras em dia.. "De Abril à Troika"
"Como a democracia
transformou o país e como o país moldou a democracia.
No estilo simples,
analítico e crítico que lhe é particular, Joaquim Vieira, jornalista de renome
e com larga experiência em ensaio de divulgação histórica, faz o retrato dos 40
anos de democracia em Portugal: começando no momento eufórico da revolução e na
conturbada consolidação democrática; passando pela euforia de adesão à União
Europeia e pelo acelerado desenvolvimento; terminando na célebre intervenção da
Troika no país, momento definidor (e arrasador) para uma ou mais gerações.
Da
euforia à depressão, o país viveu nestes 40 anos alguns dos momentos mais
importantes da sua História. Desalentado, no limiar da sobrevivência, o país
precisa agora de se reinventar.
Um documento fundamental para a História
contemporânea de Portugal."
A não perder!
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Leituras em Dia
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
A opinião de Santana Castilho
" O lodaçal
Contrariamente ao discurso das maiorias, nacional e
europeia, o nosso problema não é o excesso de Estado, mas o seu constante e
progressivo aniquilamento.
Estes três escândalos, de tantos que tornam desesperada a
vida cívica, têm uma génese: a desagregação do Estado, com a consequente
anulação do seu poder fiscalizador e regulador sobre o mundo financeiro.
Contrariamente ao discurso das maiorias, nacional e europeia, o nosso problema
não é o excesso de Estado, mas o seu constante e progressivo aniquilamento. O
nosso problema consiste em encontrar meios políticos para devolver ao Estado
instrumentos de fiscalização e regulação que protejam o interesse geral.
O meritório trabalho do International Consortium of
Investigative Journalists expôs uma dimensão magna de um roubo legal, que
permitiu a cerca de 340 empresas internacionais, assistidas fiscalmente por uma
só, de consultoria financeira, a PricewaterhouseCoopers, pagarem apenas cerca
de 1% de imposto sobre os lucros. Moralmente nojento, quando pensamos na
monstruosa carga fiscal que, em nome da crise, asfixia os cidadãos. Repugnante,
quando esta degradante evasão fiscal, grosseiramente violadora da lealdade
devida entre Estados-membros da União Europeia, foi conduzida sob a
responsabilidade de Jean-Claude Juncker, que acaba de assumir a presidência da
Comissão Europeia.
Vivemos num lodaçal de ataques aos direitos básicos dos
cidadãos, perpetrados por figurões que se dizem, sempre, de bem com a sua
consciência de sociopatas, de quebra constante da confiança no Estado, de
desespero crescente quanto ao futuro. Porque as leis, iníquas e de complexidade
impenetrável, protegem os fortes do mesmo passo que diminuem os apoios sociais
e o direito dos mais débeis.
Responsabilidade moral e política são coisas que os
dirigentes não conhecem. Mas a falta de decoro é-lhes pródiga. Um episódio
pouco divulgado mostra-o com clareza. No dia 11 deste mês, numa audição na
Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, a propósito da
eleição de Portugal para o Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas e
respondendo a considerações que vários deputados fizeram sobre o impacto da
crise na vida dos portugueses, o ministro Rui Machete afirmou que os direitos fundamentais
sociais dependem da economia e podem ser restringidos em função dela. Ou seja,
em matéria de direitos fundamentais contam nada as aquisições civilizacionais,
as convenções internacionais que subscrevemos e a Constituição da República
Portuguesa, porque mandam o PIB e os credores internacionais. Rui Machete disse
que na ONU "Portugal pautará a sua actuação pelo objetivo da defesa da
dignidade da pessoa humana e do carácter individual, universal, indivisível,
inalienável e interdependente de todos os direitos humanos, sejam direitos
civis, culturais, económicos, políticos ou sociais". Rui Machete afirmou
ir defender na ONU os mesmos direitos sociais que, garantiu, podem ser
suspensos cá dentro, penalizando as pessoas em pobreza extrema, os idosos e as
crianças. Forte lógica, sólida moral.
Importa relembrar, a propósito desta (mais uma) infeliz
intervenção pública de Rui Machete, que “os órgãos de soberania não podem,
conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e
garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência,
declarados na forma prevista na Constituição” (Artigo 19.º, n.º 1, da CRP).
E voltamos ao lodaçal, que explica a abulia generalizada.
Novo exemplo: sorrateiramente, avança a municipalização da Educação, metáfora
para consagrar nova tragédia, qual seja entregar ao arbítrio das câmaras
aderentes um domínio estratégico, que jamais deveria sair da tutela central.
Basta reler a história da I República (a descentralização/municipalização da
educação foi definida pela primeira vez em decreto de 29 de Março de 1911) para
perceber que não é de descentralização municipalista, mas de autonomia, que as
escolas e os professores necessitam e que a substituição do monolitismo vigente
por vários caciquismos não resolverá um só problema e acrescentará muitos mais
e graves.
A pequena dimensão do país, a natureza dos compromissos,
legais e éticos, assumidos pelo Estado face a um vastíssimo universo de
cidadãos e as economias de escala que as rotinas informáticas permitem,
justificam que a gestão da Educação permaneça centralizada. Quanto aos aspectos
que ganharão, e são muitos, se aproximarmos a capacidade de decidir ao local
onde as coisas acontecem, não deve o poder ser entregue às câmaras, mas aos
professores e às escolas. Justifica-o a circunstância de estarmos a falar da
gestão pedagógica. Porque quem sabe de pedagogia são os professores."
in: http://santanacastilho.blogspot.pt/
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Opinião
domingo, 16 de novembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
Centenário da Grande Guerra... na ESCT
Dos membros do NE25A da Escola Secundária das Taipas, recebemos a noticia de que no âmbito do Centenário da participação de Portugal na I
Guerra Mundial, a turma F do 10.º ano do curso científico-humanístico de artes
visuais, realizou uma maquete refletindo o ambiente vivido nas trincheiras na I Grande
Guerra.
Este trabalho, realizado com a coordenação
da professora Isabel Lima e apoio do professor Lourenço Mendes, permitiu aos alunos
uma melhor compreensão sobre contexto histórico, mostrando à comunidade
escolar a realidade vivida pelos
soldados da Iª Guerra.
Os nossos parabéns a todos os envolvidos.
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Materiais; Alunos
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Faleceu o "Marquês Vermelho"... Fernando Mascarenhas
Fernando Mascarenhas
1945 - 2014
Para saberes mais sobre este vulto da cultura e da oposição portuguesa ao fascismo, segue o "link" (imagem)
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Homenagem
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Campanha "Um brinquedo e um sorriso"
Dos nossos colegas e amigos do AE de Briteiros, recebemos o pedido de divulgação da campanha de solidariedade "Um brinquedo e um sorriso":
" O Natal é por definição e tradição,
o espaço da família e por tal, o tempo de todas as nossas crianças. Numa época
de continuas limitações a todos os títulos difíceis de suportar, pretendemos
colocar mais sorrisos, ouvir mais gargalhadas de alegria de crianças que
pretendemos ajudar a terem um Natal mais feliz.
Propomos que entregues na tua
Junta de freguesia, ou em qualquer estabelecimento de ensino da área do nosso
agrupamento, um brinquedo que possa ser novamente utilizado por crianças que
dificilmente a eles terão acesso.
Os donativos serão entregues
à Comissão Social Castreja que se encarregará de as distribuir por crianças das
diferentes freguesias, de acordo com aquilo que considerar correto.
Pedimos que os brinquedos a
entregar, se encontrem em estado digno, de acordo com a dignidade com
que todos os seres humanos devem ser tratados.
Obrigado a todos e bom Natal
Votos dos organizadores "
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Campanhas
terça-feira, 11 de novembro de 2014
O Dia do Armisticio
O Armistício de 11 de novembro de 1918 assinala o fim das
operações militares e consequente rendição da Alemanha perante os Aliados, provocando o fim da
Primeira Guerra Mundial.
Durante esta guerra, morreram cerca de 10 milhões de
pessoas, sobretudo na Europa, e ficaram inválidas mais 20 milhões. Só a França,
que contava então 39,6 milhões de habitantes, perdeu 1,4 milhões de militares e
300.000 civis, ficando ainda com 4.266.000 feridos militares.
O Armistício foi assinado dentro de um vagão-restaurante, em
Rethondes, na floresta de Compiègne. O qual teve efeito às 11 horas da manhã —
a "undécima hora do undécimo dia do undécimo mês".
Os principais signatários foram o Marechal Ferdinand Foch,
comandante-em-chefe das forças da Tríplice Entente, e Matthias Erzberger,
representante alemão.
Após a assinatura do armistício, realizaram-se conversações
de paz (Paris), onde são assinados um conjunto de tratados dos quais se destaca
o “Tratado de Versalhes” ( para alguns uma das principais causas para a 2ª guerra
mundial).
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Informação
domingo, 9 de novembro de 2014
O fim do Muro de Berlim e o inicio de um novo Mundo
O Muro de Berlim (Berliner Mauer) era uma barreira física
construída pela República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) durante a "Guerra Fria", que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha
Oriental, incluindo Berlim Oriental.
Este muro, além de
dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois
blocos ou partes: República Federal da Alemanha (RFA), que era constituído
pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos com as suas alianças
(Nato) e a República Democrática Alemã (RDA), constituído pelos países
socialistas simpatizantes do regime soviético (com o Pacto de Varsóvia ou os países
da denominada Cortina de Ferro). Construído a partir da madrugada de 13 de
Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres
de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de
corrida para cães de guarda. Este muro era patrulhado por militares da Alemanha
Oriental com ordens de atirar para matar (Ordem 101) os que tentassem escapar,
o que provocou a morte a mais de 130 pessoas ( segundo as fontes mais recentes 138 mortos)
Durante a onda revolucionária que varreu o Bloco de Leste, o
governo da Alemanha Oriental anunciou em 9 de novembro de 1989 e após
manifestações gigantescas como a de Leipzig, que todos os cidadãos da RDA
poderiam visitar a Alemanha Ocidental e Berlim Ocidental. Multidões de alemães
orientais subiram e atravessaram o Muro, juntando-se aos alemães ocidentais do
outro lado, numa atmosfera de celebração.
Ao longo das semanas seguintes, partes do Muro foram
destruídas por um público eufórico e por caçadores de souvenirs. Mais tarde,
equipamentos industriais foram usados para remover quase o todo da estrutura. A
queda do Muro de Berlim abriu o caminho para a reunificação alemã que foi
formalmente celebrada em 3 de outubro de 1990.
Para muitos é o fim da “Guerra Fria” e o inicio de uma nova
era de paz e segurança; para outros, o inicio das tentativas de hegemonização
alemã, sobre a Europa.
Para veres como foi o Muro e o dia da sua queda, sobre o qual se comemora hoje o 25.º aniversário, segue o "link" (imagem do derrube do Muro).
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sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Lembrar o centenário da Grande Guerra com... "Coldplay"
Da professora Ana Silva (AE Briteiros), recebemos esta proposta para rever a 1.ª Guerra Mundial.
Música do grupo "Coldplay", imagens da época, para utilizar em contexto de sala de aula e não só.
Segue o "link" (imagem), para acederes ao video.
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Materiais; Professores
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Leituras em dia com... "País de Abril - Uma antologia"
Com edição da D.Quixote, aconselhamos a
leitura do livro de Manuel Alegre " País de Abril".
" Muitos anos antes do 25 de Abril Manuel
Alegre escreveu sobre o País de Abril, Maio e os cravos vermelhos.
Nesta antologia há muitos poemas que falam de
Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em
1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.
Em O Canto e as Armas há, por exemplo, aqueles quatro versos de «Poemarma» que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:
Em O Canto e as Armas há, por exemplo, aqueles quatro versos de «Poemarma» que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:
Que o poema seja microfone e fale
uma noite destas de repente às três e tal
para que a lua estoire e o sono estale
e a gente acorde finalmente em Portugal."
uma noite destas de repente às três e tal
para que a lua estoire e o sono estale
e a gente acorde finalmente em Portugal."
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Leituras em Dia
domingo, 2 de novembro de 2014
Centenário da Grande Guerra... 26 de Novembro
O NE25A e o CFFH realizam no próximo dia 26 de Novembro, um colóquio evocativo do centenário da 1ª Guerra Mundial. Este evento, aberto ao público em geral e não só a professores, realiza-se na Escola Secundária Francisco de Holanda, a partir das 18 horas e 30 minutos e conta com a participação de José Manuel Cordeiro (UM), Gil Santos (ESCT), Artur Leite (Fafe), com a moderação de Alberto Lameiras (ESFH).
Para procederem à inscrição, vá à página do CFFH (coluna dos favoritos), ou siga o "link" (imagem).
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A Comunidade
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