Do amigo e colaborador do NE25A, J. Salgado Almeida, recebemos a seguinte informação, que passamos a divulgar
.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Aconselhamos...1º Sarau "OsMusiké"
OSMUSIKÉ-Associação Musical e Artística
do Centro de Formação Francisco de Holanda, realizam no próximo dia 17 de Outubro (sexta feira), seu 1.º sarau musical.
O evento terá lugar no Auditório da Universidade do Minho, com inicio pelas 21.30h.
A não perder.
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A Comunidade
domingo, 12 de outubro de 2014
Novo apoio... Centro de Formação Martins Sarmento
É com muito orgulho que anunciamos a todos aqueles que nos seguem, o apoio que o Centro de Formação Martins Sarmento vai passar a prestar a este projecto.
Temos a certeza que este apoio significará um salto qualitativo bastante grande para o NE25A e para as actividades que promovemos.
Aos responsáveis do CFMS, particularmente ao seu Director (Dr. António Leite), agradecemos o apoio agora iniciado.
O Centro de Formação Martins Sarmento foi instituído pelo Desp.108/ME/93, de 29/06/1993, na sequência do processo constitutivo organizado ao abrigo do Decreto-Lei n.º 242/92 e demais legislação complementar.
Em consequência do processo de reordenamento nacional da rede de centros de formação o Centro foi extinto, tendo surgido em seu lugar, e sob a mesma designação, o atual Centro de Formação Martins Sarmento, constituído em 8 de Julho de 2008
e homologado pelo senhor Diretor Regional da DREN em 15 de Julho do mesmo ano.
Para acederes à página do CFMS, segue o "link" (imagem), ou vai à coluna de Favoritos.
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Informação
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Nobel da Paz 2014
A jovem Malala Yousafzai – tantas vezes nomeada
neste espaço- e o indiano Kailash
Satyarthi foram os vencedores do Nobel da Paz 2014.
Malala Yousafzai (17 anos)
é
uma defensora dos direitos da mulher e um símbolo da resistência aos esforços
dos talibãs em negar educação e outros direitos às mulheres.Torna-se na pessoa
mais jovem a vencer o Nobel da Paz.
Com
50 anos, Kailash Satyarthi é um dos promotores da Marcha contra o Trabalho
Infantil e já resgatou mais de 60 mil crianças trabalhadores e também adultos
mantidos sob regime de escravidão
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Homenagem
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Leipzig, 9 de Outubro de 1989... o inicio do fim do Muro de Berlim
O 9 de
Outubro de 1989 é um dos dias marcantes para mais uma das conquistas da Liberdade.
Nessa segunda-feira,
o mundo assistiu estupefacto aos gritos de 70 mil pessoas, que se juntaram em Leipzig
para protestar contra o SED, o então partido estatal da RDA. Ficou célebre o
grito “Wir sind das Volk” (nós somos o povo).
Uma
manifestação de massa, contra o estado totalitário comunista, que não percebeu
o que o povo queria: liberdade. Não só liberdade na vida e na sociedade, mas
também liberdade de viajar e, ainda mais importante, a liberdade de viajar para
fora.
Enquanto uns protestavam nas ruas,
de forma cada vez mais poderosa, contra a ditadura estatal, todas as
segundas-feiras – não apenas em Leipzig, mas também em Halle e em
Eisenhüttenstadt –, dezenas de milhares, deixavam a RDA, a maioria de forma
ilegal.
Dois dias
antes, a 7 de outubro, a RDA havia celebrado seu 40º aniversário, sem perceber
os sinais dos tempos, o desejo de mudança ( tantas vezes personificada pela “perestroika”
e a “glasnost” de Mikail Gorbatchev)
Quatro
semanas de manifestações e comícios culminaram no fim das divisões alemã e
europeia, com o derrube do Muro de Berlim, a 9 de Novembro. Foi o dia em que o
povo perdeu o medo da ditadura.
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Homenagem
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
O manicómio... a opinião de Santana Castilho
" O grotesco do caos em que o início do ano lectivo se transformou vai do
cómico ao dramático. Sob a tónica da insensatez do desvairado que o dirige, o
Ministério da Educação e Ciência assemelha-se a um manicómio gerido pelos
doentes. A última paciente, a directora-geral da Administração Escolar, decidiu
sambar na cara de milhares de alunos, pais e professores: com a coragem própria
dos cobardes, mandou os directores despedirem os professores anteriormente
contratados. Sim, esses mesmos em que o leitor está a pensar. Aqueles a quem o
ministro Crato (entretanto desaparecido atrás da palavra que não tem) garantiu,
na casa da democracia, que não teriam qualquer espécie de prejuízo quando ele,
ministro incompetente, corrigisse o enorme disparate para que acabava de pedir
a desculpa da nação. Leio que são 150 nestas condições. Contratos antes
assinados, agora rasgados. Como o daquela colega de Bragança, colocada em
Constância a 12 de Setembro e reenviada para Vila Real de Santo António a 3 de
Outubro. Casa alugada com caução perdida. Filha a mudar de escola outra vez.
Confiança no Estado caída na lama, a reclamar, pelo menos em nome da decência
mínima e última, que algo aconteça. Porque não se trata da consciência que o
ministro não tem. Trata-se da obrigação republicana de quem o nomeou.
Retomo o que já anteriormente escrevi. Navegar por entre a teia
kafkiana da legislação aplicável aos concursos de professores é um desesperante
exercício de resistência. Só legisladores mentalmente insanos e socialmente
perversos a podem ter concebido, acrescentando sempre uma nova injustiça à
anteriormente perpetrada. Leiam as 1347 páginas das listas de subcritérios,
agora tornadas públicas, verdadeiro hino à liberdade de disparatar, e ousem
dizer-me que não tenho razão. Os concursos de professores tornaram-se
coreografias sinistras, danças macabras de lugares para despedir docentes. É
isso que está em causa. Não as reais necessidades das escolas, muito menos as
do país vindouro. A distorção nas representações sobre as condições de
exercício da profissão docente, ardilosamente passada pelo Governo para a
sociedade em geral, atingiu o limite do suportável e ameaça hoje a própria
integridade profissional dos professores, que não se têm afirmado
suficientemente vigorosos para destruir estereótipos desvalorizantes. Com
tristeza o digo, mas a classe dos professores manifesta-se cada vez mais como
uma classe de dependências. E quem assim se deixa aculturar, dificilmente
compreenderá o valor da independência e aceitará pagar o seu custo.
Quando o Papa proclama, em boa hora, que não há mães solteiras, mas
tão-só mães, nós, classe docente desunida, demoramos, primeiro, e somos
inconsequentes, depois, a dizer que não há professores de primeira e
professores de segunda, mas tão só professores. Caímos na armadilha de calar as
aspirações legítimas de uns com o retrocesso das aquisições de outros,
contentes por termos evitado o vandalismo maior que o Governo projectava para
todos. Enquanto isto, a colega de Bragança enche o carro com as tralhas de mais
uma mudança de casa e ruma a Vila Real de Santo António, engolindo a raiva. Sem
que uma solidariedade operante, atempada, impeça que a calquem. O que este
Governo mudou no sistema de ensino português terá consequências cujo alcance
não está a ser percebido pela maioria dos portugueses. Mas há um universo, o
dos professores, que se assume como espectador num processo em que é actor. Por
omissão, concedo. Com gradientes diversos de responsabilidade, volto a
conceder. Mas com o ónus global de não dizer não. Um não veemente quanto
necessário para pôr cobro aos dislates de uma política que nos reconduz ao
passado e nos recusa o futuro. A crise financeira e económica não justifica o
pacifismo reinante face à crise da democracia. Os sindicatos, as associações
profissionais, os directores de escola e os professores, pese embora o que têm
feito, o que dizem e escrevem, acabam por ser espectadores num processo em que,
historicamente, serão julgados como actores. Actores de uma tolerância
malquista, que vai poupando a besta que não os poupa.
A arrogância, o ódio aos professores, a ignorância sobre a realidade do
sistema educativo e das escolas e a impreparação política e técnica são os
eixos identificadores daquilo que poderemos designar por bloco central de governo
da Educação da última década. Se apelarmos à memória, salta à vista a
convergência ideológica entre Maria de Lurdes Rodrigues e Nuno Crato,
relativamente ao papel dos professores. Uma ou outra divergência quanto a
processos não apaga o essencial. Do outro lado da barricada, a classe dos
professores não interiorizou, enquanto tal, a dimensão política da sua
profissão.
E, em momentos vitais das lutas a que tem ido, soçobrou por isso."
in: http://santanacastilho.blogspot.pt/
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Opinião
domingo, 5 de outubro de 2014
A opinião... o Dia Mundial do Professor em Portugal
O "Opinião", é um espaço de divulgação de textos que mostrem a liberdade nas suas diferentes matizes. Este espaço é da responsabilidade dos autores de cada texto, estando o NE25A aberto à publicação de textos que nos queiram enviar (obedecendo às regras de uma cidadania responsável e democrática).
O de hoje é da responsabilidade de Amadeu Faria, professor de História, do Agrupamento de Escolas de Briteiros.
"Disse Confúcio: uma imagem vale mais do que mil palavras.
Pode parecer surreal e imaginária a situação de falência e de desespero, enfrentada por todo um enorme conjunto de profissionais altamente qualificados pelo ensino superior português. Esta situação, combatida não só com greves, manifestações e abaixo assinados, mas também com acções de cariz pedagógico e educativo (dois palavrões para as altas individualidades), continua a trazer para o "lado" da escola pública, todos aqueles que acreditam que a educação é o bem essencial e fundamental para o ser humano.
No entanto um conjunto de individualidades insiste em fazer de conta que está tudo bem ( o "ajustamento assim o obriga", mas só para o publico), assobiando para o lado, pedindo desculpas e apostando naquilo que gostam de apelidar de "autonomia" (confundindo decerto o conceito com o poder que foi dado aos directores e com as novas propostas de municipalização da educação ). Enquanto professor sempre me inculcaram a velha máxima de errar é humano... mas bolas!! Tanto? Para o mesmo lado!!!O que hoje é... logo pode ser que não???
As desculpas evitam-se, tendo-se em atenção a competência e o que é dito pelas comunidades educativas, agora felizmente cada vez mais unidas perante esta "implosão planeada (ou não?), de um dos braços da democracia portuguesa.
A todos quantos lutam e lutarão pelo futuro dos nossos filhos, pela qualidade do ensino público português... obrigado!!"
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Opinião
Instauração da República foi há 104 anos
Tendo por base 2 trabalhos produzidos pelo NE25A (cartaz alusivo à instauração da República e filme "5 de Outubro") por alturas das comemorações oficiais do centenário da instauração da República em Portugal (5 de Outubro de 1910), celebramos e recordamos hoje esse momento.
Recordamos que o video pode ser descarregado do nosso canal no "YouTube", ou na coluna de novidades.
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Homenagem
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
"Da Europa de Schuman à não Europa de Merkel"... uma visão sobre os caminhos da Europa
De Eduardo Paz Ferreira, com chancela da Quetzal,
aconselhamos a leitura da obra "Da Europa de Schuman à não Europa de Merkel".
A obra destaca alguns dos momentos marcantes da criação e
consolidação da União Europeia, tal como algumas opiniões críticas acerca do
plano geral de ação para a Europa.
“Como foi possível passar de um projecto comum, em que todas as vozes e vontades se juntavam, a um (des)agregado de países, alguns unidos por pouco mais do que uma moeda comum, em que os interesses nacionais a tudo se sobrepõem, e os conflitos e ódios florescem? Onde errámos? Nos termos da própria criação do Mercado Comum? No Tratado de Maastricht e nas suas revisões? Nos poderes não controlados, outorgados a um grupo de políticos com legitimação frágil e a uma massa anónima de eurocratas insensíveis? Ou teremos errado ao criar o ambiente que levou à passagem de uma Alemanha Europeia a uma Europa Alemã? Num livro pontuado pela decepção, mas em que persiste a ilusão do grande sonho europeu, há ainda espaço para a apresentação de um programa geral de acção para a Europa: democratizar, desenvolver e "desgermanizar". Existirá uma Europa capaz de responder a este programa?”
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Leituras em Dia
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
4ª Edição do Guimarães Noc Noc
A "Associação cultural Ó da casa"
, leva a cabo nos próximos dias 4 e 5 de Outubro, na cidade de Guimarães, a 4ª
edição da mostra G'Noc Noc.
Nos dias 4 e 5 de Outubro mais
de 400 artistas, distribuídos por um percurso que ultrapassa os 70 espaços,
compõem o mapa do festival fazendo da 4ª edição a mais extensa na história do
evento. Os projetos chegam de todos os pontos de Portugal e tem representações
internacionais vindas da Alemanha, Brasil, Bulgária, Espanha, França e México.
Da Escócia, fruto de um intercâmbio cultural iniciado em 2013, chegam também
artistas do projeto Glasgow Open House, que tiveram no noc noc uma das
referências para a sua 1ª edição, em abril passado.
Para saberes mais sobre o que podes ver e onde, segue o "link" (imagem).
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A Comunidade
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Leituras em dia... "Os 10 Erros da Troika em Portugal"
De Rui Peres Jorge, numa edição da "Esfera dos Livros", aconselhamos a leitura de "Os 10 erros da troika em Portugal".
“ Três anos depois
da chegada da Comissão Europeia, FMI e BCE a Portugal. Três anos depois do
início do Programa de Assistência Económica e Financeira. Três anos depois do
empréstimo de 78 mil milhões de euros e de sucessivas medidas de austeridade
agressivas sobre a vida dos portugueses, o balanço da passagem da Troika é
desolador. A economia portuguesa passou por três anos de recessão e encontra-se
aos níveis de 2003. O desemprego atingiu níveis nunca antes vistos,
estimando-se que quase um quinto da população ativa não tenha emprego. Quem
mantém o seu posto de trabalho, viu-se sujeito a cortes salariais, aumento de
impostos. Pensionistas e grupos sociais mais vulneráveis sofreram vários cortes
nos apoios públicos. Como se justifica que o programa de assistência tenha
falhado quase todas as previsões? Que 27 mil milhões de euros de austeridade só
tenham reduzido o défice em nove mil milhões? Que o presidente da República
preveja que até 2035 Portugal vá ficar sob vigilância apertada? E que os
portugueses se sintam cada vez mais encurralados perante uma austeridade que se
vai perpetuar e empurrou por ano mais de 100 mil pessoas para fora do País à
procura de melhor vida? Rui Peres Jorge, jornalista de economia que acompanhou
de perto o programa de assistência no nosso país, analisa de forma clara e
objectiva 10 erros cometidos pela troika em Portugal. Fraco conhecimento da
realidade económica portuguesa e da verdadeira extensão da crise a nível
europeu condicionaram à partida as regras de um programa que se revelou
desajustado, aplicando medidas de contracção similares para todos os países
resgatados. O tratamento privilegiado das instituições financeiras, a reforma do mercado de
trabalho, que deu primazia à redução de salários em vez de promover soluções
estruturais. Um desafio permanente aos limites constitucionais. E a chegada
tardia e tímida de políticas virtuosas, como o combate a lucros excessivos de
grandes empresas. Estes são alguns dos erros abordados nesta obra essencial
para refletir sobre o Portugal que a Troika nos deixa e pensar em soluções para
o futuro.”
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Leituras em Dia
domingo, 28 de setembro de 2014
Spinola, o 28 de Setembro de 1974, a maioria silenciosa e o inicio do PREC
O 28 de Setembro de 1974, assinalou 0 1.º
grande momento de tensão politica e social no Portugal saído do 25 de Abril..
É
para o dia 28 de Setembro que é convocada uma manifestação da auto denominada “Maioria silenciosa”, iniciativa política
de alguns sectores conservadores da sociedade portuguesa, civil e militar, de
apoio ao então Presidente da República General Spínola.
Perante
esta ação o, na altura, Brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho do COPCON e o
Ministro da Defesa Firmino Miguel, reagem, sendo a manifestação proibida pelo
MFA.
Os
partidos políticos de esquerda distribuem entretanto comunicados apelando “à
vigilância popular” e denunciam as tentativas contra-revolucionárias dessa
minoria tenebrosa. São levantadas barricadas populares nos acessos a Lisboa e
noutras localidades. Durante a noite, grupos de militares tomam o lugar dos
ativistas civis. São detidas várias figuras políticas afetas ao velho regime,
quadros da Legião Portuguesa, da Mocidade e alguns manifestantes.
António
de Spínola tenta entretanto reforçar o poder da Junta de Salvação Nacional, que
comanda, e, em vão, estabelecer o estado de sítio. Em consequência disso, a
Comissão Coordenadora do MFA impõe-lhe a demissão dos três generais mais
conservadores do grupo: Galvão de Melo, Manuel Diogo Neto e Jaime Silvério
Marques. Derrotado, Spínola demite-se a 30 de Setembro do cargo de Presidente
da República, sendo substituído pelo general Costa Gomes. No seu discurso de
renúncia, Spínola denuncia certas políticas do governo e prenuncia o caos, a
anarquia e “novas formas de escravatura”.
Com a “vitória sobre a reacção” e a derrota da direita civil (segundo o
então primeiro Ministro Vasco Gonçalves), termina o primeiro ciclo do PREC.
O homem que uns meses
antes da Revolução, agitou o país com a publicação de Portugal e o Futuro, defendia que o problema colonial português não teria uma solução militar. A sua
passagem pela vida política portuguesa revestiu-se de aspectos dramáticos e foi uma
decepção, quer para os seus opositores, quer para alguns dos seus apoiantes e
seguidores, que nele depositaram fortes esperanças num momento-chave da
História portuguesa.
O certo é que, entre 25 de Abril de 1974 e 11 de Março de
1975, a «glória» cedeu lugar ao «drama» na vida de António de Spínola. Uma
série de passos em falso levaram o «general do monóculo» da Presidência da
República ao exílio no Brasil, de símbolo da esperança nascida em Abril de
1974, a líder de um movimento clandestino que, a partir do estrangeiro, visava
alterar pela força o regime político vigente. Regressou a Portugal em Agosto de
1976, recebendo ordem de prisão ainda no aeroporto. Reintegrado posteriormente
nas Forças Armadas, António de Spínola foi nomeado marechal e, mais tarde,
recebeu a Grã Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada do Valor, Lealdade e
Mérito.
Quando morreu em 1996, com 86 anos, Spínola era um homem que ainda não
se tinha reconciliado com o seu pais, nem esquecido ou perdoado erros cometidos
no passado.
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Informação
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
A opinião de Santana Castilho!
"O absurdo de um matemático de ética trôpega
Na véspera da data fixada para o início do ano lectivo faltavam
nas escolas cerca de 3.500 professores. Estes docentes podiam e deviam ter sido
colocados a tempo de participarem nos trabalhos preparatórios do ano que se ia
iniciar. Mas assim não foi, por incúria do Ministério da Educação e Ciência. Na
mesma altura começou, reiteradamente, a ser denunciado o erro que está na
origem da ordenação dos docentes que concorreram à Bolsa de Contratação de
Escola, processo através do qual os estabelecimentos de ensino com contratos de
autonomia ou estatuto TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária)
poderiam contratar os professores em falta. A ordenação em causa foi feita
através da média aritmética obtida pela consideração de duas notações
ponderadas: a classificação profissional dos candidatos e a sua avaliação curricular.
Só que o ministério cometeu um erro básico, inaceitável, daqueles que nenhuma
contrição, por mais beata ou pública que seja, lava: somou, sem prévia
conversão a uma mesma escala, duas grandezas expressas em escalas bem
diferentes. Assim como se, no altar do absurdo, um aluno bronco somasse
velocidade com toucinho e apresentasse o resultado em farófias. Mas este é,
tão-só, o aspecto mais gritante de um conjunto de outros que atropelam a lei ou
expõem a imbecilidade de quem os permitiu. Alguns exemplos, para fundamentar:
três professores colocados na mesma escola para preencherem um lugar que nunca
foi manifestado; professores do quadro retirados do concurso de mobilidade
interna, sabe-se lá por quem, que agora não têm vínculo a escola alguma; ignorância
discricionária de pedidos de renovação de contratos; cursos de curtíssima
duração e duvidosa qualidade que podem valer mais que décadas de experiência
lectiva; fórmulas e subcritérios subtraídos ao conhecimento de quem concorre;
contactos feitos ao sábado e domingo à noite, para telefones pessoais de
directores, com ultimatos para que fornecessem, num prazo de duas horas, dados
de que poderia depender a vida profissional de milhares de professores.
Com professores, directores e escolas em polvorosa e
abundantes protestos públicos de pais e autarcas, o país testemunhou um
ministro em negação, autocontente e ufano por ter um ano a “arrancar com
normalidade”, aparentemente inconsciente ante o desastre e doentiamente alheio
ao desrespeito, que personificou, pelos cidadãos, particularmente pelos muitos
professores desempregados, cuja vida gratuitamente destroçou. Este ministro, na
noite anterior ao cínico pedido de desculpa, ainda negava o erro. Este ministro
ignorou os pareceres da Associação de Professores de Matemática e da Sociedade
Portuguesa de Matemática, a que outrora presidiu e usou para criticar o que
agora faz, que classificaram o processo como opaco, ilegal e injusto. Este
ministro só afivelou um ar sofrido para reconhecer o erro que todos já tinham
visto quando no parlamento, depois de tentar resistir, acabou vergado à pressão
justa de alguns deputados. Merece crédito? Merece que aceitemos a sua desculpa?
Não! Porque no momento em que a pediu, a ética trôpega por que se pauta borrou
irrecuperavelmente o que já era pífio: “ Estão a assistir a uma coisa que não é
comum na História, que é um ministro chegar ao parlamento e reconhecer a
responsabilidade por uma não compatibilidade de escalas e um ministro assumir
que o assunto vai ser corrigido”, disse, sem se enxergar, sem a mínima noção de
que o maquiavelismo bacoco que acabava de usar afastaria qualquer resíduo de
tolerância por parte dos que o ouviam. Valesse a moral, emergisse uma réstia de
ética do pântano em que esbraceja e já teria cruzado a porta pequena de saída
de um mandato de vergonha, que só acrescentou novos problemas aos velhos, já
resolvidos, por ele recuperados em retrocesso inimaginável.
Que resta, depois disto? Reparar o possível. Mas o que chega
não favorece o prognóstico. O secretário de Estado Casanova de Almeida reitera
o que Crato disse, isto é, que nenhum dos professores beneficiados pelo erro
será prejudicado. Ora a questão é bem mais que deixar no lugar quem já lá está,
juntando outro, que devia estar. Trata-se de um erro sistemático, que origina
injustiças em cascata. Não é um mais outro. São muitos mais pelo meio e a
projecção que qualquer colocação indevida tem nas posições relativas de
concursos futuros. E insistem os governantes em desvalorizar o problema porque,
dizem, afecta 1% dos professores de que as escolas necessitam. Persistem pois
num dolo de comunicação e na má-fé. Porque escondem que falamos de um universo
de 40.000 professores e um terço de todas as escolas do país. Sejam
politicamente honestos, por uma vez: anulem o concurso e partam do zero,
publicando novas listas, que respeitem a lei e a matemática elementar; promovam
a divulgação, por grupo de recrutamento, escola a escola, dos subcritérios
utilizados; prevejam a possibilidade de corrigir candidaturas, porque ficam
conhecidas variáveis que antes foram omitidas. É demorado? Então usem como
critério único a graduação profissional dos candidatos. Mudem a disposição
legal que o impede, como tantas vezes já fizerem para fins bem menos
justificados."
artigo publicado no "Publico" de 24 de Setembro
in: http://santanacastilho.blogspot.pt/
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Opinião
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Leituras em dia... 2 novas propostas
Retomamos hoje a rubrica "Leituras em dia", com duas novas propostas, diametralmente opostas no conteúdo e nas figuras analisadas.
Em "A Porta para a Liberdade", o jornalista Pedro Prostes da Fonseca , numa edição da "Matéria Prima", conta-nos a história do soldado cujo acto mudou a história do Partido Comunista Português (PCP) e, por arrasto, da luta antifascista. O livro revela ainda FACTOS INÉDITOS sobre a evasão do Forte de Peniche
A 2.ª proposta de leitura é o da obra "Marcelo Caetano - Tempos de Transição", com organização de Rui Ramos e Manuel Braga
Da Cruz, lançado pela Porto Editora.
O livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre Setembro de 2008 e Janeiro de 2009, em
Lisboa.
O objectivo foi
suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de
Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível.
Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a
intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo
Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz
respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de
Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), ao Ultramar
(Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro
Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram registadas ainda as críticas,
dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita
Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).
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Leituras em Dia
sábado, 20 de setembro de 2014
Concursos no Museu - concurso Literário
O Museu Nacional de História Natural e da Ciência promoveu até dia 17 de Setembro o "Concursos no Museu - concurso Literário".
Estão
disponíveis na página do facebook do MUHNAC os contos a concurso.
Para
selecionar o seu preferido acede à página (https://www.facebook.com/MUHNAC?sk=notes) e vota!
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Actividades
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Ultima Hora!
A Câmara Municipal de Guimarães adiou a Feira Afonsina para a próxima semana, devido às condições atmosféricas adversas previstas para este fim de semana.
Assim, a edição deste ano da feira medieval de Guimarães decorrerá nos dias 26, 27 e 28 de setembro 2014.
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A Comunidade
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Núcleo de Estudos 25 de Abril... o projeto
Tendo por base a apresentação efetuada no XII Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação que decorreu na UTAD referente ao projeto "Núcleo de Estudos 25 de Abril - A Liberdade é um estilo de vida"-deixamos hoje aqui, a aplicação "Prezzi" que reflete todo o trajeto do NE25A, desde a sua criação (2009), até hoje.
Nela são descritos os objetivos deste projeto, fundamentos teóricos, apoios/parcerias e atividades desenvolvidas.
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Materiais; Professores
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Cerco a Guimarães... 19 a 21 de setembro
Decorre em Guimarães, entre os dias 19 e 21 de Setembro, a Feira
Afonsina. O tema deste ano é o “Cerco a Guimarães” ocorrido em 1127. O certame
é organizado pela Câmara Municipal de Guimarães.
Em 2014 os visitantes terão à sua espera 8 áreas temáticas, podendo ainda alugar figurinos e visitar a Feira vestidos a rigor.
Esta é uma maneira envolver quem vem ver esta recriação dos tempos idos. Estão
envolvidas na organização e execução deste evento mais de mil pessoas.
Acompanhando o evento, que se desenvolve
por todo o centro histórico de Guimarães, decorrerá, ainda, nos claustros do
antigo Convento de Santa Clara, uma amostra de doces conventuais e bebidas,
provenientes de todo o País.
Para saberes mais sobre o Cerco a Guimarães em 1127, segue o "link" (imagem).
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A Comunidade
sábado, 13 de setembro de 2014
Guimarães Jazz.... edição 2014
A edição de 2014 do festival irá decorrer de 06 a 15 de
novembro. Os bilhetes já se encontram à venda.
David Murray, James Carter, Adrián Oropeza, Theo Bleckmann,
Reut Regev, Uri Caine, Lee Konitz, Trondheim Jazz Orchestra com Eirik Hegdal e
Joshua Redman são apenas alguns dos nomes que compõem a edição de 2014 do
Guimarães Jazz.
Os
bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais:
oficina.bilheteiraonline.pt, www.ccvf.pt,
Centro Cultural Vila Flor, Plataforma das Artes e da Criatividade,
Multiusos e Complexo de Piscinas de Guimarães, Espaço Guimarães, Lojas Fnac, El
Corte Inglés, Worten e entidades aderentes da Bilheteira Online.
Para consultar o programa completo do Guimarães Jazz, segue o "link" (imagem).
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A Comunidade
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
13 anos após o 11/09/2001
Os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, chamados
também de atentados de 11 de Setembro de 2001, foram uma série de ataques
suicidas coordenados pela al-Qaeda aos Estados Unidos. Nesse dia, 19
terroristas da al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros.
Os sequestradores intencionalmente colidiram com dois dos aviões contra as
Torres Gémeas do World Trade Center em Nova Iorque, símbolo do capitalismo,
matando todos a bordo e muitos dos que trabalhavam nos edifícios. Ambos os
edifícios colapsaram em duas horas, destruindo prédios vizinhos e causando
outros danos. Um terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono,
centro das FA Norte Americanas e um quarto avião caiu num campo próximo de
Shanksville, na Pensilvânia, depois que alguns de seus passageiros e
tripulantes tentarem retomar o controlo do avião, que os sequestradores tinham
reencaminhado para Washington.O número total de mortos nos ataques foi 2 996
pessoas, incluindo os 19 sequestradores. A esmagadora maioria das vítimas eram
civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países.Os Estados Unidos responderam
aos ataques com o lançamento da chamada “Guerra ao Terror”: o país invadiu o
Afeganistão para derrubar o regime Taliban, apoiante da “Al- Qaeda” e de
Bin-Laden. Os Estados Unidos e muitos outros países reforçaram as respectivas
legislações anti-terrorismo e ampliaram os poderes de aplicação da lei.
Foram cerca de 1200 estrangeiros que foram presos e
encarcerados secretamente em relação à investigação dos ataques de 11 de
Setembro, ainda que o governo dos EUA não tenha divulgado o número exacto (a
maior parte presa na célebre base de Guantanamo – Cuba).Os métodos entretanto
utilizados pelo pelos EUA para investigar e deter suspeitos têm sido
severamente criticados por organizações de direitos humanos como a Human Rights
Watch, a Amnistia Internacional e chefes de governos como a chanceler alemã
Angela Merkel.
Foi na sequência deste ataque que os Estados Unidos
invadiram o Afeganistão e Iraque, com as consequências tristemente conhecidas, que conduziram o mundo para uma espiral de insegurança terrível. O mundo ficou mais inseguro e o
terrorismo ganhou um alento e protagonismo que já não conhecia desde os anos
setenta.
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Informação
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Aconselhamos... "Guimarães conventual"
Aconselhamos a participação de todos os que se interessam pelo património vimaranense, na visita guiada "Guimarães Conventual", que se realizará no
próximo sábado, 13 de Setembro.
A visita inicia-se no Convento de Sto António dos Capuchos, antigo
Hospital, a
partir das 9h30. A visita comtemplará os Conventos de Santo António dos
Capuchos, Carmo, Santa Clara e São Francisco.
A Visita organizada pela Muralha Guimarães - Associação de Guimarães para a
Defesa do Património e as inscrições (gratuitas),podem ser feitas seguindo o "link" (imagem).
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A Comunidade
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Aconselhamos..."Portugal na queda da Europa"
Aconselhamos a leitura do novo livro de Viriato
Soromenho-Marques (Professor
catedrático de Filosofia da Universidade de Lisboa), editado pela Temas & Debates em Maio de 2014 e que se intitula “ Portugal na queda da Europa”.
Diz o autor na introdução que…"Há mais de três anos que a
vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do
chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este
pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro
como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é
comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um
desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples.
Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo
e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas
profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de
saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a
Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o
passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre.
Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa
que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização."
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Leituras em Dia
sábado, 6 de setembro de 2014
Aconselhamos... "O Homem que só pensava em números"
Aconselhamos o espetáculo de dança e matemática "O Homem que só pensava em números", que se realiza no próximo dia 13 de Setembro, na Praça do Conde de Agrolongo (Braga), pelas 19.15h.
Este espetáculo, inserido no "Braga vai passar a noite em branco", foi estreado em 2011 (versão trio), no Teatro de Campo Alegre, Porto, uma coprodução Companhia Instável e Serviço Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento, promovido pela Câmara Municipal do Porto.
O homem que só pensava em números (Solo) é uma performance de dança e matemática, construída como um estudo artístico-científico, centrada na história de um homem que dedica toda a sua existência aos números e suas conexões. Aí, nesse mundo de fantasia, este homem descobre sentidos para cada pensamento e movimentos para cada descoberta.
Para mais informações, segue o "link" (imagem).
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A Comunidade
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Orçamento Participativo de Guimarães
As 74 propostas admitidas ao orçamento participativo 2014 de Guimarães,encontram-se para votação entre os dias 2 de setembro a 3 de outubro.
Destas 74 propostas, 46 são de projetos com valores até 50 mil euros e 28 propostas de
projetos até 100 mil euros. São vencedores os projetos mais votados pelos cidadãos e que
tenham, pelo menos, 500 votos.
O resultado da votação com os projetos mais votados será apresentado no
dia 10 de outubro na Plataforma do Orçamento Participativo, mecanismo que
permite aos cidadãos participarem ativamente no processo de decisão da
Autarquia.
Para saberes mais e participares na votação, segue o "link" (imagem).
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A Comunidade
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
2ª Guerra Mundial começou há 75 anos
O mundo assistiu há 75 anos atrás, a algo que se tinha comprometido a nunca mais viver: uma 2ª Guerra Mundial.
A 1 de Setembro de 1939 a Alemanha Nazi - Fascista, atacou a Polónia dando inicio ao conflito mais violento e mortífero que a Humanidade tinha já presenciado. Neste conflito participaram dezenas de países (Portugal manteve-se oficialmente neutral), com um custo de milhões de vidas humanas e de enormes transformações sociais, políticas, culturais e económicas, que caracterizaram o Mundo após o fim da Guerra (1945).
A 1 de Setembro de 1939 a Alemanha Nazi - Fascista, atacou a Polónia dando inicio ao conflito mais violento e mortífero que a Humanidade tinha já presenciado. Neste conflito participaram dezenas de países (Portugal manteve-se oficialmente neutral), com um custo de milhões de vidas humanas e de enormes transformações sociais, políticas, culturais e económicas, que caracterizaram o Mundo após o fim da Guerra (1945).
Para saberes mais sobre a 2.ª Guerra Mundial, segue o "link" (imagem) e descarrega o esquema conceptual feito por um dos elementos do NE25A, para apoio aos alunos.
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Materiais; Professores
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