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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Revisitar Abril 40 anos depois... no Porto


Recebemos informação da professora Damiana Sousa (membro do NE25A), sobre mais uma iniciativa referente ás comemorações dos 40 anos do 25 de Abril de 1974.

"Revisitar Abril 40 anos depois" é o tema da sessão que o Sindicato dos Professores do Norte  realiza na tarde de 10 de maio, com a participação do almirante Martins Guerreiro, militar de Abril.

O almirante Martins Guerreiro  contribui para o 25 de Abril com a coordenação das ações do MFA Marinha previstas na ordem de operações e outras definidas e assumidas pela comissão coordenadora ( uma delas foi a verificar e controlar a esquadra Nato).

A iniciativa decorrerá no auditório do Sindicato, na Rua D. Manuel II, 51 C - 2º (Edifício Cristal Park) , no Porto, a partir das 15h00. 
A não perder!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

28 de Abril de 1974... o que mudou


"Mário Soares regressa ao País. 
É o primeiro exilado político dirigente da Oposição Democrática a regressar. Em Santa Apolónia saúda a enorme multidão que o aclama e profere um breve discurso da varanda principal da estação. Depois de uma improvisada conferência de imprensa na sala de espera. apinhada de jornalistas, Raul Rego pede-lhe que o acompanhe ao edifício do EMGFA na Cova da Moura onde o general Spínola o aguarda. 
O general pede-lhe que use a sua influência internacional no sentido do reconhecimento do novo poder político português. Mário Soares torna-se, assim, o Primeiro Ministro dos Negócios Estrangeiros da Revolução de Abril, antes mesmo de ser investido oficialmente no cargo, dezanove dias depois, quando da posse do I Governo Provisório."

in: Fundação Mário Soares

terça-feira, 22 de abril de 2014

Barómetro 40 Anos de democracia


Para veres as principais conclusões deste inquérito, segue o "link" (imagem).

sexta-feira, 4 de abril de 2014

XII Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação

Em Vila Real, de 11 a 13 de Setembro
Para mais informações, segue o "link"(imagem).

terça-feira, 11 de março de 2014

11 de março de 2004... Atocha


Relembramos os atentados de 11 de Março de 2004 nos comboios suburbanos da linha de Alcalá de Henares, em Madrid, nos quais qual morreram 191 pessoas e 1857 ficaram feridas.
Segundo uma investigação feita por Fernando Reinares, investigador e catedrático de Ciência Política e de Estudos de Segurança. , estes atentados foram planeados em Dezembro de 2001 no Paquistão e surgiram como resposta da Al Qaeda à  acção da polícia espanhola, que permitiu a desarticulação de uma rede da organização laboriosamente montada em 1994 e dirigida, até à sua prisão, sete anos depois, pelo sírio Eddin Barakat Yar Kas, aliás Abu Dahdah.
Na chacina de Atocha, participaram elementos da célula de Abu Dahdad que escaparam à prisão e indivíduos relacionados com o Grupo Islâmico Combatente Marroquino (GICM), que em 2002 decidiu actuar em países europeus onde residiam os seus membros. Finalmente, foram também adstritos delinquentes magrebinos residentes no bairro madrileno de Lavapiés com práticas jihadistas de radicalismo bem conhecidas nos primeiros anos da década passada nalgumas mesquitas de Madrid. Foi a conjugação destas três componentes, num total de 30 elementos, que montou o mais grave atentado de Espanha e um dos mais mortíferos da Europa.
Conclui-se assim que o atentado  nada teve a ver, com o envolvimento de Espanha na cimeira das Lajes e na guerra do Iraque, factos posteriores à decisão de atacar tomada em Dezembro de 2001. No entanto, a reunião dos Açores e a presença militar espanhola ao lado dos Estados Unidos e Grã-Bretanha foi um alibi para os radicais residentes em território espanhol.

De realçar o facto de que o  atentado se ter verificado  três dias antes das as eleições gerais que acabariam por dar a vitória ao socialista José Luís Rodriguez Zapatero.

11 de Março de 2014... 11 de março de 1975

Após meses de tensão, Portugal viveu uma nova tentativa de golpe de Estado a 11 de Março de 1975, em pleno processo revolucionário em curso (PREC).
Ainda hoje o 11 de Março de 1975, é alvo de inúmera polémica: aqueles que o consideram como um golpe preparado pelas forças afetas ao General Spínola e que após o fracasso da manifestação da “Maioria Silenciosa”, sentem o país a guinarem à esquerda; aqueles que dizem que o golpe não passou de uma manobra provocada por forças de esquerda, tendentes a eliminarem o perigo de um movimento contra-revolucionário, que criasse em Portugal as condições necessárias para uma viragem à direita.
Entre o 28 de Setembro de 1974 e o 11 de Março de 1975,vemos Portugal e o MFA divididos em 2 correntes: a que lutavam pela criação de uma sociedade democrática de base parlamentar e a que pugnava pela revolução socialista de base popular, sob a alçada dos militares.
No início de Março de 1975, circulou por todo o país o boato de que o Partido Comunista Português e os militares mais radicais do COPCON e da 5ª Divisão, iriam proceder à eliminação de dezenas de militares e civis de direita, cujos nomes constavam duma lista tornada famosa: a “matança da Páscoa”.Com base nestas informações (relembramos que em 2010/11/12 aquando da sua presença em atividades promovidas pelo NE25A, Otelo Saraiva de Carvalho disse desconhecer a existência dessa lista), militares afetos ao general Spínola, no dia 11 de Março de 1975, levaram a efeito uma tentativa de golpe de estado. No entanto, o movimento desencadeado por tropas pára-quedistas ficou-se pelo ataque ao RAL1, donde resultou uma vítima mortal e doze feridos, dos quais dois eram civis. No seguimento dos acontecimentos do 11 de Março, Spínola e os oficiais implicados no golpe foram demitidos e fugiram para Espanha, deixando o caminho aberto aos sectores mais radicais do MFA. A Junta de Salvação Nacional e o Conselho de Estado foram substituídos pelo Conselho da Revolução, que se manteve como órgão de soberania até 1982. Foram então decretadas as nacionalizações da banca e dos seguros.

Visualiza agora, uma das situações mais emblemáticas do 11 de Março (o ataque de paraquedistas ao RAL 1 testemunhado pelo jornalista Adelino Gomes):


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Novo Apoio do NE25A... Instituto do Design de Guimarães

É com muito orgulho que informamos que o NE25A passa a ter o apoio do Instituto do Design de Guimarães (IDEGUI
O INDEG foi inaugurado no dia 14 de julho de 2012 na antiga fábrica Ramada, na Zona de Couros, um edifício de elevado valor patrimonial e de profundo significado histórico, ligado ao passado industrial da cidade e que foi amplamente reabilitado no âmbito do projeto CampUrbis.
O Instituto de Design de Guimarães é vocacionado para a investigação em design, a incorporação do design no desenvolvimento de produto, a formação especializada e a promoção e divulgação de produtos industriais incorporando design.
O Instituto de Design é um centro aberto de conhecimento e uma plataforma de comunicação privilegiada entre a indústria e a academia, com vista ao desenvolvimento económico através do design. São, essencialmente, quatro os seus objetivos:
1. Promover a investigação em design e a cultura organizacional em design, tirando partido do potencial das novas tecnologias, dos novos materiais e dos novos sistemas de informação e comunicação, para desenvolver soluções de design para os atuais desafios.
2. Acrescentar valor à investigação e ao desenvolvimento tecnológico através da criação de produtos de design, gerando, ao mesmo tempo, oportunidades de negócio para o tecido empresarial através da produção e da comercialização de produtos inovadores e de aplicações inovadoras para produtos existentes.
3. Proporcionar atividades de formação, vocacionadas para a satisfação das necessidades da indústria, domínio de técnicas, manuseamento de materiais, ou utilização de equipamentos específicos.

4. Apoiar a incorporação do design na produção, através da promoção e divulgação dos produtos desenvolvidos pela indústria com incorporação de design, da disponibilização de informação e da facilitação da cooperação profissional entre designers e a atividade empresarial.

Para saberes mais sobre o IDEGUI (Instituto do Design de Guimarães), segue o "link"(imagem), ou consulta a coluna de favoritos.

NE25A agradece aos responsáveis do INDEGUI, esta nova possibilidade de trabalho que se abre.


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O adeus a Meneres Pimentel

Faleceu hoje, com 85 anos, José Manuel Meneres Sampaio Pimentel. Meneres Pimentel nasceu em Lisboa a 11 de Agosto de 1938 e licenciou-se em Direito pela faculdade de Direito de Lisboa. Foi militante  do Movimento Democrático Português, antes do 25 de Abril, tendo apoiado a fundação do PPD (Partido Popular Democrático). Deputado, presidente do grupo parlamentar do PPD/PSD e presidente da comissão politica nacional do mesmo partido.
Em 1986 foi eleito juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça e em 1992 desempenhou as funções de provedor de Justiça, acumulando o cargo de membro do Conselho de Estado, por inerência, até 2000.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

31 de Janeiro de 1891... o que dizer 123 anos depois

 

   


“No decorrer da segunda metade do século XIX, a Europa conhece um forte desenvolvimento económico com um correspondente aumento da produção. Esta situação exige das potências europeias, como a Inglaterra, a Alemanha ou a França, a exploração de novos mercados e de novas fontes de matérias-primas. É neste contexto que se afirma o crescente interesse destes países pelo continente africano e pelo expansionismo colonial. Alertados para essas pretensões, sobretudo após a Conferência de Berlim (1884-85), alguns portugueses têm a pretensão de formar um vasto território na África Central, um novo Brasil, ligando os litorais de Angola e Moçambique - o chamado "Mapa cor-de-rosa". No entanto, esta pretensão chocava com os planos do expansionismo inglês. Daí que a Inglaterra responda com um ultimato ao governo português que este acaba por  acatar.
 A humilhação subsequente da população portuguesa desemboca na revolta republicana ocorrida na guarnição militar do Porto, na madrugada de 31 de Janeiro de 1891. Sendo o culminar de uma onda de descontentamento que o ultimato de Janeiro de 1890 gerara em todo o país, foi a primeira revolta de cariz republicano a abanar as estruturas monárquicas.
 Após o Ultimato inglês, generaliza-se um pouco por todo o país, e sobretudo entre as classes mais esclarecidas, a crença de que o sistema republicano seria a única tábua de salvação.
 Nas cidades de Lisboa e Porto, com especial incidência nesta última, conspirava-se por todo o lado, de forma aberta e participada por vários sectores da cidade, em que se destacaram estudantes, jornalistas, juristas e sargentos. A impunidade com que os republicanos portuenses se moviam e proclamavam os seus ideais fê-los crer que a revolta teria a adesão das forças militares estacionadas no Porto. Este facto explica a precipitação e a profusão de erros estratégicos cometidos pelos revoltosos.
 Assim, ao contrário do esperado pelos republicanos, a maior parte dos regimentos não saiu dos quartéis. Só o batalhão de Caçadores 9, comandado por sargentos, a que mais tarde se juntou o alferes Malheiro e alguns batalhões chefiados pelo capitão Leitão, aderiram à intentona, concentrando-se no Campo de Santo Ovídio, hoje Praça da República. Daí, dirigiram-se aos Paços do Conselho do Porto e, da varanda, por entre vivas à República, foi proclamada por Alves da Veiga a implantação da República e anunciada a constituição de um Governo Provisório. Parecia que a revolta estava terminada, apesar da fraca adesão dos militares, em especial do corpo de oficiais da cidade.
No entanto, quando as tropas revoltosas subiram a rua de Santo António, hoje 31 de Janeiro, para se juntarem à Guarda Municipal, esta abriu fogo do cimo da rua sobre os revoltosos e os civis que os acompanhavam, dispersando uns e prendendo os responsáveis operacionais da revolta; sargentos e praças foram detidos e levados a Conselho de Guerra em Tribunal Militar.
Muitos revoltosos ainda se refugiam no edifício da Câmara, mas a derrota estava consumada. Entretanto, entre outros líderes republicanos, Alves da Veiga conseguiu fugir para o estrangeiro.
Mas, a 31 de Janeiro de 1908 – há que recordá-lo também -, em plena ditadura de João Franco, depois de esmagada outra reacção revolucionária republicana em 28 de Janeiro, o Rei D. Carlos I assinou um Decreto que conferia ao ditador poderes de excepção, permitindo-lhe perseguir, prender e deportar, sumariamente – sem processo judicial -, qualquer pessoa suspeita de republicanismo activo, ou de mera insubmissão ao regime e ao governo, decreto esse que terá motivado o atentado regicida levado a cabo no dia seguinte, um de Fevereiro, em que toda a família real foi vítima, sucumbindo o Rei e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe, escapando a Rainha e, ligeiramente ferido, o infante D. Manuel, depois Rei de Portugal até 5 de Outubro de 1910, data da revolução e implantação definitiva da República Portuguesa.” 


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O Movimento dos Capitães... a 23 de Janeiro de 1974



A 23 de Janeiro de 1974  o Movimento dos Capitães lança a 1ª circular do Movimento (circular n.º1/74), por decisão da sua direção. A mesma é amplamente distribuída, relatando os acontecimentos ocorridos em Moçambique (os célebres acontecimentos da Beira- Moçambique-,quando as populações brancas de Vila Pery e da Beira se manifestaram contra a incapacidade das forças portuguesas de suster a situação, já esgotada de efetivos e sem possibilidade do reforço dos meios de combate) e apelando a que cada militar "...dentro das mais estritas regras da disciplina..." se empenhe na exigência de um desagravo à instituição.
Otelo Saraiva de Carvalho e Vasco Lourenço avistam-se com o General Spínola, dando-lhe conhecimento da posição do Movimento (á qual manifesta grande reserva). Esta circular viria a ser citada na BBC, no Le Monde e na emissora Rádio Portugal Livre de Argel.

Para saberes mais sobre os acontecimentos da Beira de Janeiro de 1974, segue o "link".

domingo, 29 de dezembro de 2013

As nossas propostas para 2014


“A argila fundamental de nossa obra é a juventude. Nela depositamos todas as nossas esperanças e a preparamos para receber idéias para moldar nosso futuro.” 
Ernesto Che Guevara 

“Aprenda com o ontem, viva o hoje, tenha esperança no amanhã. O importante é não parar de questionar.” 
Albert Einstein


 Um excelente 2014, são os votos do NE25A!

domingo, 22 de dezembro de 2013

Feliz Natal!


"Percorro o dia, que esmorece
Nas ruas cheias de rumor;
Minha alma vã desaparece
Na muita pressa e pouco amor.
Hoje é Natal. Comprei um anjo,
Dos que anunciam no jornal;
Mas houve um etéreo desarranjo
E o efeito em casa saiu mal.
Valeu-me um príncipe esfarrapado
A quem dão coroas no meio disto,
Um moço doente, desanimado…
Só esse pobre me pareceu Cristo."

Natal chique, Vitorino Nemésio

Votos de um santo Natal, são os votos do NE25A

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

10 de Dezembro de 1948... Declaração Universal dos Direitos Humanos

"Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do homem;
Considerando que é essencial a protecção dos direitos do homem através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;
Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;
Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;
Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do homem e das liberdades fundamentais;..." 
(preâmbulo da Carta Internacional dos Direitos Humanos Adoptada e proclamada pela Assembleia Geral na sua Resolução 217A (III) de 10 de Dezembro de 1948)




Um exemplo de comemoração da Declaração dos Direitos Humanos é a actividade promovida pela Biblioteca Escolar e do  departamento de CSH, do AEBriteiros: 5 Dias, 5 Filmes, em celebração dos direitos humanos, da solidariedade, da igualdade, da tolerância, da liberdade e da solidariedade.

domingo, 1 de dezembro de 2013

1º de Dezembro... de 1640 a 2013

O dia da Restauração da Independência comemora-se hoje, pela primeira vez desde que deixou de ser feriado, com a aprovação do novo Código do Trabalho (11/05/2012), que procedeu à eliminação deste feriado em conjunto com o feriado da Implantação da República (5 de Outubro) e os feriados religiosos de Corpo de Deus (60 dias após a Páscoa) e do Dia de Todos os Santos (1 de novembro).

Propomos-te, para assinalarmos a data, a consulta de dois "sites": no primeiro (link na imagem acima de M.Gustavo), poderás a ficar a saber o mais importante sobre a Restauração da Independência de Portugal a 1 de Dezembro de 1640;

no segundo (link na imagem abaixo), verificarás que há portugueses que propõem a manutenção deste que consideram ser a mais importante das datas da nossa Nação.



sábado, 28 de setembro de 2013

28 de Setembro de 1974... a Maioria Silenciosa


O 28 de Setembro de 1974, assinalou 0 1.º grande momento de tensão politica e social no Portugal saído do 25 de Abril..
É para o dia 28 de Setembro que é convocada uma manifestação da auto denominada “Maioria silenciosa”, iniciativa política de alguns sectores conservadores da sociedade portuguesa, civil e militar, de apoio ao então Presidente da República General Spínola.
Perante esta ação o, na altura, Brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho do COPCON e o Ministro da Defesa Firmino Miguel, reagem, sendo a manifestação proibida pelo MFA.
Os partidos políticos de esquerda distribuem entretanto comunicados apelando “à vigilância popular” e denunciam as tentativas contra-revolucionárias dessa minoria tenebrosa. São levantadas barricadas populares nos acessos a Lisboa e noutras localidades. Durante a noite, grupos de militares tomam o lugar dos ativistas civis. São detidas várias figuras políticas afetas ao velho regime, quadros da Legião Portuguesa, da Mocidade e alguns manifestantes.
António de Spínola tenta entretanto reforçar o poder da Junta de Salvação Nacional, que comanda, e, em vão, estabelecer o estado de sítio. Em consequência disso, a Comissão Coordenadora do MFA impõe-lhe a demissão dos três generais mais conservadores do grupo: Galvão de Melo, Manuel Diogo Neto e Jaime Silvério Marques. Derrotado, Spínola demite-se a 30 de Setembro do cargo de Presidente da República, sendo substituído pelo general Costa Gomes. No seu discurso de renúncia, Spínola denuncia certas políticas do governo e prenuncia o caos, a anarquia e “novas formas de escravatura”.
Com a “vitória sobre a reacção” e a derrota da direita civil (segundo o então primeiro Ministro Vasco Gonçalves), termina o primeiro ciclo do PREC.

Para saberes mais sobre o 1.º ano da Revolução Portuguesa do 25 de Abril de 1974, segue o “link” (AQUI).

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Novo apoio do NE25A com... OPERA OMNIA



Dizia Zeca Afonso que "... A gente ajuda, havemos de ser mais

Eu bem sei...".


É com muito orgulho que informamos que o NE25A passa a ter o apoio da OPERA OMNIA. Esta empresa do ramo editorial, revelou desde o seu surgimento, uma grande preocupação  e a abertura para com a diversidade cultural e literária. Podemos encontrar no seu catálogo, diferentes autores,obras e géneros, desde a literatura infanto-juvenil, ao ensaio, ficção, poesia, traduções e álbuns ilustrados, entre outros. De realçar também o papel importante que assume na revitalização de autores e obras, muitas vezes empurrados para fora do circuito "normal" do panorama literário.
Para saberes mais sobre a Opera Omnia, segue o "link"(imagem), ou consulta a coluna de favoritos.

O NE25A agradece o apoio prestado pela Opera Omnia.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Recordar o 11 de Setembro... de 1714

A data de 11 de Setembro, leva-nos automaticamente para dois acontecimentos: os ataques terroristas perpetrados pela "Al - Quaeda" em 2001 nos EUA, ou o acidente ferroviário de Alcafache - 1985-, em Portugal.
Hoje, recordamos  o dia 11 de setembro de 1714, quando após um sítio de 12 meses, cai Barcelona perante um exército de 40 mil soldados. Pelo Decreto da Nova Planta, em 1716, são abolidas as instituições catalãs - as Cortes, a Generalitat, os Conselhos Municipais, etc. Filipe V de Espanha, fecha todas as universidades da Catalunha e abre uma nova, em Cervera. Impõem-se em toda a região as leis de Castela.
No dia em que a Catalunha recorda a perda da independência, milhares de catalães deram nesta quarta-feira (11 de Setembro de 2013), as mãos para formar uma cadeia humana de 400 quilómetros, atravessando toda a Catalunha, em apoio da realização de um referendo sobre a autodeterminação que o Governo de Madrid recusa autorizar.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Feira Afonsina 2013


"Na senda das edições anteriores, o Município de Guimarães realizará, em colaboração com a Oficina, a terceira edição da “Feira Afonsina”, de 13 a 15 de Setembro 2013.
 
A continuidade deste projeto resulta do sucesso obtido nas edições anteriores e na vontade expressa do Município em recriar o ambiente social e económico da época do Condado Portucalense. Para o efeito, todos os participantes são convidados e desafiados a aderir ao elenco que integra esta viagem, rumo à génese da nação.
 
Como habitualmente, este evento proporcionará a todos os que visitam Guimarães, um conjunto de experiências intensas e memórias inesquecíveis, nomeadamente, através da construção de espaços temáticos e da interação com as personagens que habitam esta recriação durante os três dias do evento.
 
O sucesso, nacional e internacional, da Feira Afonsina não seria possível sem o contributo imprescindível dos participantes que corporizam as dinâmicas económicas e comerciais do evento. Nesse sentido, informamos que as inscrições já se encontram abertas."

Para mais informação, segue o "link" (imagem).

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

III Seminário de Educação Histórica e Social... UM

Da professora Damiana Sousa (membro do NE25A), recebemos a informação de que se realiza entre os próximos dias 20 a 22 de setembro, auditório do Centro Multimédia do Instituto de Educação da UMinho, Campus de Gualtar - Braga, o III Seminário de Educação Histórica e Social.
Este seminário que tem  como objetivos aprofundar a reflexão e o debate sobre a teoria e investigação em cognição histórica e geográfica, destina-se a investigadores em Educação histórica e geográfica, professores dos Ensinos Básico (1.º, 2.º e 3.º ciclos) e Secundário de História e (de) Geografia, alunos de licenciatura, mestrado e doutoramento com interesse na área científica.

As  inscrições podem ser feitas até ao dia 16 de setembro 2013, devendo os interessados aceder ao e-mail       jornadasedhistorica@ie.umnho.pt 



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Operação Nariz Vermelho



Desapareceu Beatriz Quintela!

Sabes quem foi? O que criou?

Segue o "link"(imagem).